Mundo
COVID-19
Brasil regista o menor número de mortes desde novembro
O Brasil, um dos países mais afetados pela covid-19 no mundo, registou nas últimas 24 horas 270 mortes relacionadas com a doença, o menor número de vítimas em quase nove meses.
O país latino-americano de 212 milhões de habitantes não registava um número diário de mortes por covid-19 tão baixo desde 22 de novembro do ano passado, quando contabilizou 194 vítimas.
O número de óbitos registado nas últimas 24 horas é 15 vezes inferior ao de 8 de abril deste ano, quando, no pico da segunda vaga da pandemia, o Brasil teve um recorde de 4.250 mortos num único dia.
De acordo com o boletim divulgado no domingo pelo Ministério da Saúde, com 270 mortes e 13.957 novos casos nas últimas 24 horas, o Brasil acumula 569.058 vítimas e 20.364.099 casos da doença desde o início da pandemia, em fevereiro do ano passado.
Estes números fazem do Brasil o segundo país com maior número de mortes por covid-19 no mundo, apenas atrás dos Estados Unidos, e o terceiro em número de casos, depois dos Estados Unidos e da Índia.
O número de novos casos de domingo (13.957) também baixou para os níveis de há nove meses e foi o terceiro menor desde 16 de novembro, quando o país contabilizou 13.370 casos de covid-19.
A queda do número de óbitos e de novos casos para os níveis mais baixos em vários meses é relativa, reconhecendo o Ministério da Saúde que, devido à redução de pessoal que processa os dados aos fins de semana, os números dos domingos e das segundas-feiras costumam ser menores.
No entanto, a queda do número médio de mortos e de infeções na última semana confirma a forte desaceleração da pandemia no país.
Segundo os dados do Ministério da Saúde, dos quase 20,36 milhões de brasileiros contagiados com covid-19, cerca de 19,2 milhões já recuperaram e tiveram alta, o que equivale a 94,4% do total, e outros 576.411 continuam hospitalizados, o que corresponde a 2,8%.
A forte queda dos números evidencia o avanço da campanha de vacinação, após um início lento.
De acordo com os dados oficiais, o Brasil administrou até hoje 163,4 milhões de vacinas.
Desse total, 114,1 milhões de pessoas receberam a primeira dose, o que equivale a 53,8% da população do país, e 49,3 milhões de habitantes receberam as duas doses ou a vacina de dose única, o que corresponde a 23,6% da população.
O número de óbitos registado nas últimas 24 horas é 15 vezes inferior ao de 8 de abril deste ano, quando, no pico da segunda vaga da pandemia, o Brasil teve um recorde de 4.250 mortos num único dia.
De acordo com o boletim divulgado no domingo pelo Ministério da Saúde, com 270 mortes e 13.957 novos casos nas últimas 24 horas, o Brasil acumula 569.058 vítimas e 20.364.099 casos da doença desde o início da pandemia, em fevereiro do ano passado.
Estes números fazem do Brasil o segundo país com maior número de mortes por covid-19 no mundo, apenas atrás dos Estados Unidos, e o terceiro em número de casos, depois dos Estados Unidos e da Índia.
O número de novos casos de domingo (13.957) também baixou para os níveis de há nove meses e foi o terceiro menor desde 16 de novembro, quando o país contabilizou 13.370 casos de covid-19.
A queda do número de óbitos e de novos casos para os níveis mais baixos em vários meses é relativa, reconhecendo o Ministério da Saúde que, devido à redução de pessoal que processa os dados aos fins de semana, os números dos domingos e das segundas-feiras costumam ser menores.
No entanto, a queda do número médio de mortos e de infeções na última semana confirma a forte desaceleração da pandemia no país.
Segundo os dados do Ministério da Saúde, dos quase 20,36 milhões de brasileiros contagiados com covid-19, cerca de 19,2 milhões já recuperaram e tiveram alta, o que equivale a 94,4% do total, e outros 576.411 continuam hospitalizados, o que corresponde a 2,8%.
Vacinação começa a acelerar
De acordo com os dados oficiais, o Brasil administrou até hoje 163,4 milhões de vacinas.
Desse total, 114,1 milhões de pessoas receberam a primeira dose, o que equivale a 53,8% da população do país, e 49,3 milhões de habitantes receberam as duas doses ou a vacina de dose única, o que corresponde a 23,6% da população.