Parque Biológico Serra da Lousã reabre na segunda-feira

O Parque Biológico da Serra da Lousã, situado em Miranda do Corvo, distrito de Coimbra, que possui 47 espécies animais da vida selvagem, reabre as portas na segunda-feira, foi hoje anunciado.

Lusa /

Segundo a Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), proprietária do parque, no mesmo dia reabre também o Templo Ecuménico Universalista e Museu Espaço da Mente, que completam o "Trivium" concebido por essa instituição de solidariedade social.

"O Parque Biológico da Serra da Lousã, Museu Espaço da Mente e Templo Ecuménico Universalista são locais de excelência para este período de desconfinamento das famílias. É a possibilidade de recuperarmos alguma normalidade num ambiente de natureza em estado puro, com grande tranquilidade", refere um comunicado enviado à agência Lusa.

O Parque Biológico é um espaço temático que integra "a mais completa coleção de vida selvagem nacional", possuindo 47 espécies animais: urso pardo, lince, lontra, lobo, javali, gamo, veado, coruja, raposa, entre muitas outras, que desde a sua abertura, em junho de 2009, já recebeu mais de 300 mil visitantes.

Integra ainda aquele espaço uma Quinta Pedagógica de raças autóctones portuguesas, no qual se pode observar a cabra, ovelha, cavalo, burro, boi, coelho e galinha.

O Espaço da Mente, dedicado à liberdade, é o centro de um ecomuseu territorial, que reflete sobre a evolução do Homem, "associando o Homo Habilis ao aparecimento da mente e à exigência de liberdade".

O Templo Ecuménico Universalista é um monumento destinado à reflexão espiritual de pessoas de diferentes religiões, aberto a não crentes, que promove valores fundamentais da humanidade e das religiões, como "a Verdade, a Bondade e a Moral".

Localizados a menos de 20 minutos da cidade de Coimbra e da aldeia de xisto do Gondramaz, no centro do triângulo criado por Conímbriga e pelos castelos de Penela e Lousã, o Parque Biológico e o Templo Ecuménico e o Museu Espaço da Mente são servidos pelo Hotel Parque Serra da Lousã e pelo Restaurante Museu da Chanfana.

Propriedade da Fundação ADFP, instituição de solidariedade social sem fins lucrativos com sede em Miranda do Corvo, estes investimentos seguem uma lógica de integração e cerca de 30% dos trabalhadores sofrem de algum tipo de doença, deficiência física ou mental.


 

Tópicos
PUB