"A Mãe Biológica de Marilyn Monroe"

"A Mãe Biológica de Marilyn Monroe" está em palco no teatro Armando Cortez, na Casa do Artista, em Lisboa.
O encenador Paulo Sousa Costa fala de uma peça "surpreendente que junta comédia, crime e suspense" que cativou o público e encheu as plateias de tal forma que "estava pensada para sair de cena a 30 de outubro, mas ficará em cena pelo menos até dia 20 de novembro".

João Fernando Ramos, Rui Sá /
O novo trabalho da Yellow Star Company é um original português de Armando Nascimento Rosa, com interpretações de Maria Emília Correia, Núria Madruga e Sara Salgado, que se estreou no teatro com esta peça.

O autor propõem uma história alternativa à que a História deixou de Marilyn Monroe. "nesta peça ela não se suicida com uma over dose de comprimidos e álcool, é assassinada", explica no Jornal 2 o encenador.

Estamos no Verão de 1962, pouco tempo antes da morte de Marilyn.

Marilyn Monroe chega uma noite a Gainsville, na Flórida, à casa onde a sua mãe biológica, Gladys Baker, uma mulher mentalmente enferma, vive na companhia de uma cuidadora, a jovem Lydia Martinez.

O jogo das identidades entre estas três mulheres deflagra diante de dos espectadores que se descobrem a testemunhar um evento cénico que seduz num crescendo emocionante de enigmas que aguardam resolução.
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