Cultura
A vida de D. Estefânia na escrita de Sara Rodi
O novo livro de Sara Rodi, "D Estefânia, Um Trágico Amor" dá-nos a conhecer os contornos da relação de paixão e cumplicidade mantida com o rei de Portugal D. Pedro V ao longo de curtos14 meses. D. Estefânia morreu jovem, com apenas 22 anos, mas deixou o seu nome ligado para sempre ao hospital para crianças que mandou construir como último pedido antes de morrer.
Sara Rodi começou a escrever cedo e aos 6 anos já tinha o seu primeiro "livro" que ofereceu à professora.
Após esse primeiro impulso na escrita a verdade é que nunca mais parou e com os livros vieram os prémios mas sem antes, no ano 2000 e aos 22 anos, ter surgido o romance que a trouxe para para a ribalta da escrita, "A Sombra dos Anjos e Frio", que seria reeditado em 2011.
A opção seguinte foi para a área do guionismo e participou na escrita de inúmeras novelas, como Queridas Feras, Mundo Meu ou Vingança e séries para televisão como Uma Aventura ou Maternidade.
Criou, com Ana Correia Tavares, O Livro da Minha Vida, que se dedica à publicação de biografias personalizados com edições limitadas.
A maternidade fê-la render-se à literatura infantojuvenil e são já mais de 20 livros editados para o público mais jovem, que faz de Sara Rodi uma visita regular de escolas e bibliotecas de todo o país.
Desta vez Sara Rodi traz-nos um romance apaixonante e emocionante da rainha D. Estefânia e D. Pedro V.
Uma história dramática de amor, que durou 14 meses, sobre a rainha que morreu «virgem», não deixou herdeiro ao trono de Portugal e o seu
marido, o rei D. Pedro V, um dos reis mais amados e com o cognome de O Esperançoso.D. Estefânia e o hospitalQuando D. Estefânia saiu da igreja de São Domingos, pela mão do seu marido D. Pedro V, rei de Portugal, as vozes dos portugueses ditaram-lhe o destino: a rainha vai morta! Vai de capela! Três gotas de sangue haviam-lhe manchado o vestido branco imaculado. A jovem princesa alemã não teve forças para aguentar o peso do magnífico diadema que D. Pedro lhe oferecera como prova do seu amor. Um amor cúmplice, puro e apaixonado, entre duas almas gémeas unidas em propósito, durante 14 meses. Apenas 14 meses….
Escrito na primeira pessoa, num tom confessional e recheado de emoção, a autora Sara Rodi revela-nos a apaixonante história de D. Estefânia Hohenzollern-Sigmaringen.
Uma rainha que muitos portugueses viram como um anjo que lhes trouxe a esperança que tanto lhes faltava, sempre disposta a ajudar os mais pobres e desfavorecidos. Não fez mais porque morreu jovem aos 22 anos. Sem ter deixado um herdeiro para o trono de Portugal. Mas deixando um último pedido: a construção de um novo e moderno hospital que prestasse assistências às crianças pobres e desvalidas: O Hospital D. Estefânia.
D. Pedro cumpriu o último desejo da sua mulher, mas o rei Muito Amado de Portugal não resistiu à morte de Estefânia e dois anos depois partiu para junto dela.
Após esse primeiro impulso na escrita a verdade é que nunca mais parou e com os livros vieram os prémios mas sem antes, no ano 2000 e aos 22 anos, ter surgido o romance que a trouxe para para a ribalta da escrita, "A Sombra dos Anjos e Frio", que seria reeditado em 2011.
A opção seguinte foi para a área do guionismo e participou na escrita de inúmeras novelas, como Queridas Feras, Mundo Meu ou Vingança e séries para televisão como Uma Aventura ou Maternidade.
Criou, com Ana Correia Tavares, O Livro da Minha Vida, que se dedica à publicação de biografias personalizados com edições limitadas.
A maternidade fê-la render-se à literatura infantojuvenil e são já mais de 20 livros editados para o público mais jovem, que faz de Sara Rodi uma visita regular de escolas e bibliotecas de todo o país.
Desta vez Sara Rodi traz-nos um romance apaixonante e emocionante da rainha D. Estefânia e D. Pedro V.
Uma história dramática de amor, que durou 14 meses, sobre a rainha que morreu «virgem», não deixou herdeiro ao trono de Portugal e o seu
marido, o rei D. Pedro V, um dos reis mais amados e com o cognome de O Esperançoso.D. Estefânia e o hospitalQuando D. Estefânia saiu da igreja de São Domingos, pela mão do seu marido D. Pedro V, rei de Portugal, as vozes dos portugueses ditaram-lhe o destino: a rainha vai morta! Vai de capela! Três gotas de sangue haviam-lhe manchado o vestido branco imaculado. A jovem princesa alemã não teve forças para aguentar o peso do magnífico diadema que D. Pedro lhe oferecera como prova do seu amor. Um amor cúmplice, puro e apaixonado, entre duas almas gémeas unidas em propósito, durante 14 meses. Apenas 14 meses….
Escrito na primeira pessoa, num tom confessional e recheado de emoção, a autora Sara Rodi revela-nos a apaixonante história de D. Estefânia Hohenzollern-Sigmaringen.
Uma rainha que muitos portugueses viram como um anjo que lhes trouxe a esperança que tanto lhes faltava, sempre disposta a ajudar os mais pobres e desfavorecidos. Não fez mais porque morreu jovem aos 22 anos. Sem ter deixado um herdeiro para o trono de Portugal. Mas deixando um último pedido: a construção de um novo e moderno hospital que prestasse assistências às crianças pobres e desvalidas: O Hospital D. Estefânia.
D. Pedro cumpriu o último desejo da sua mulher, mas o rei Muito Amado de Portugal não resistiu à morte de Estefânia e dois anos depois partiu para junto dela.