Aida, Joaquim, Carla e Francisco decidiram agir quando viram ameaçados um lugar, um modo de vida, um futuro partilhado

Aida, Joaquim, Carla e Francisco decidiram agir quando viram ameaçados um lugar, um modo de vida, um futuro partilhado

É este sábado apresentado o documentário “Baldio” de Vera Moutinho e Inês Rueff na Fundação Calouste Gulbenkian. É um filme que acompanha trajetórias pessoais ligadas à ação climática e à participação cívica em Portugal.

Arlinda Brandão - RTP Antena 1 /
O documentário BALDIO parte destas histórias para explorar o que leva as pessoas a passar da inquietação à ação, num retrato do ativismo em Portugal.

O filme de Vera Moutinho e Inês Rueff é apresentado este sábado na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O filme acompanha quatro protagonistas (Joaquim, Carla, Aida e Francisco) ligados a lutas ambientais e de cidadania em Portugal nos últimos 50 anos.

 Entre os temas retratados estão a oposição à central nuclear de Ferrel (1976), a contestação contra a exploração de petróleo na costa algarvia (2018), ambos os projetos não avançaram.

Mas também retrata ações da luta climática nos últimos anos e a resistência em Covas do Barroso contra a mineração de lítio, que ainda se mantém.

O documentário foca-se nos quatro protagonistas e a partir das suas histórias, reflete sobre participação, cidadania e ativismo.

A sessão deste sábado marca também o arranque de uma campanha de impacto dedicada à ação climática, à defesa do ambiente e à cidadania participativa. 

Nos próximos meses, BALDIO vai percorrer várias cidades, acompanhando uma campanha de reflexão que procura prolongar as questões levantadas pelo filme e criar oportunidades de participação civica.

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