Cultura
Amazon vai emprestar livros eletrónicos
O novo serviço da Amazon, que no início só deverá estar disponível nos EUA, irá permitir o acesso a uma biblioteca de livros electrónicos a troco de uma taxa anual, escreve The Wall Street Journal.
Os editores, que segundo relata o periódico deverão receber grande parte do
dinheiro pago na assinatura dos leitores, têm demonstrado diferentes reações ao
conceito que já provou resultar com o aluguer de filmes digitais, se se tomar
como exemplo o popular serviço de cinema disponível nos EUA, a Netflix. "O que gostariam de fazer é desvalorizar o valor do negócio do livro", disse um editor em entrevista ao Wall
Street Jounal.
As negociações ainda estão no início e a empresa de tecnologia com sede em Seattle fala também em lançar brevemente um tablet que vai rivalizar com o iPhone e o iPad da Apple. Para já, a empresa só confirma que terá disponíveis títulos antigos e que o serviço será acessível a utilizadores Prime do site de compras Amazon. O acesso aos livros será limitado a alguns meses após o seu aluguer.
O aluguer de livros online não é novidade, com sites como o booksfree.com e bookswim.com a disponibilizarem o serviço. No entanto, os sites existentes atualmente enviam os livros em papel aos seus clientes e esperam a devolução, em vez de definirem um espaço de tempo limitado para ler um e-book. A Amazon não respondeu às perguntas do The Wall Street Journal.
As negociações ainda estão no início e a empresa de tecnologia com sede em Seattle fala também em lançar brevemente um tablet que vai rivalizar com o iPhone e o iPad da Apple. Para já, a empresa só confirma que terá disponíveis títulos antigos e que o serviço será acessível a utilizadores Prime do site de compras Amazon. O acesso aos livros será limitado a alguns meses após o seu aluguer.
O aluguer de livros online não é novidade, com sites como o booksfree.com e bookswim.com a disponibilizarem o serviço. No entanto, os sites existentes atualmente enviam os livros em papel aos seus clientes e esperam a devolução, em vez de definirem um espaço de tempo limitado para ler um e-book. A Amazon não respondeu às perguntas do The Wall Street Journal.