Arquiteto Nuno Brandão Costa lança monografia "Porosis" no Porto

por Lusa

O arquiteto Nuno Brandão Costa, da equipa que irá representar Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza, este ano, apresenta hoje a monografia "Porosis", sobre a sua obra, na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto.

O livro, "Porosis/ The Architecture of Nuno Brandão Costa", publicado pela Monade, foi lançado na Bienal de Arquitetura de Chicago e propõe uma leitura sobre a obra do arquiteto do Porto.

Os projetos de Brandão Costa, nesta obra, são documentados pela fotografia de André Cepeda.

A sessão de apresentação da obra tem início marcado para as 18:30.

O projeto de Nuno Brandão Costa, desenvolvido em conjunto com o curador Sérgio Mah, foi escolhido pela Direção-Geral das Artes (DGArtes), em dezembro passado, para representar Portugal na Exposição Internacional de Arquitetura -- Bienal de Veneza, que abre em maio.

O júri que avaliou as sete equipas convidadas para participar no concurso organizado pela DGArtes deu à dupla de criadores a melhor classificação para preparar a representação, com um orçamento de cerca de 200 mil euros.

A 16.ª Bienal de Arquitetura de Veneza decorrerá de 26 de maio a 25 de novembro deste ano, com curadoria geral de Yvonne Farrell e Shelley McNamara, subordinada ao tema "Freespace".

Nuno Brandão Costa nasceu no Porto, em 1970, licenciou-se na Faculdade de Arquitetura da universidade daquela cidade (FAUP), em 1994, onde dá aulas desde 2001 e onde se doutorou em 2013.

O arquiteto fez parte das representações portuguesas na 8.ª Bienal de Veneza, em 2004, na Bienal de Arquitetura de São Paulo, em 2005, e na Trienal de Arquitetura de Milão, em 2004 e 2014.

Multipremiado ao longo da carreira, com galardões como o Secil (2008) e o Vale da Gândara (2011), foi recentemente escolhido para projetar o futuro Terminal Intermodal de Campanhã, no Porto.

A sua obra será apresentada pelo arquiteto Alexandre Alves Costa, com a presença de Nuno Brandão Costa, André Cepeda, José Miguel Rodrigues e dos editores Daniela Sá e João Carmo Simões.

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