As melhores histórias de Spirou editadas a partir de hoje pelo Público e Asa

"A Máscara Misteriosa", desenhada por Franquin, é o primeiro volume da colecção de banda desenhada das aventuras de Spirou que o jornal Público e as Edições Asa publicam a partir de hoje.

Agência LUSA /

No total são vinte volumes, nove dos quais inéditos em português, com histórias do famoso paquete de cabelo ruivo desenhadas por vários autores, desde que surgiu pela primeira vez na revista Spirou, em 1938.

Desta colecção, que será editada até Julho em parceria entre as Edições Asa e o jornal Público, ficam de fora as histórias de Robert Velter (Rob-Vel), o criador desta personagem clássica de banda desenhada franco-belga.

Em declarações à agência Lusa, Carlos Pessoa, jornalista do Público e coordenador da colecção, reconheceu essa falha, mas a escolha dos vinte álbuns recaiu nas histórias que já estavam digitalizadas.

Ainda assim, de toda a colecção escolhe os álbuns assinados por Franquin, por serem "as melhores histórias e as que têm melhor qualidade gráfica".

O primeiro álbum a sair, "Máscara Misteriosa", foi desenhado em 1956 por Franquin.

Há ainda, por exemplo, os inéditos "O Fazedor de ouro", de Fournier, que sairá no dia 28, e "O homem que não queria morrer", da dupla Morvan/Munuera (11 de Abril).

As histórias mais recentes são da autoria de Janry e Tome, autores, por exemplo, de "Aventura na Austrália", que sairá a 13 de Junho.

Spirou surgiu pela primeira vez em Abril de 1938 - completa 70 anos em 2008 -, numa revista com o mesmo nome, mas até hoje o universo das histórias e aventuras do jovem paquete tem ido alimentada por vários criadores, desde Rob-Vel, o criador, até Yoann e Vhelmann.

Além de Spirou, a galeria de personagens desta banda desenhada inclui ainda Fantasio, o esquilo Spip ou o anfíbio Marsupilami.

A par desta colecção do Público/Asa, a editora irá lançar este mês o álbum "Spirou e Fantasio em Tóquio".

Apesar destas edições, Carlos Pessoa assinalou que ainda há algum material de Spirou que fica por editar, entre histórias dispersas e quatro álbuns apenas editados em francês.

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