Cultura
Caetano Veloso grava primeiro disco de inéditos na última década
O cantor e compositor brasileiro Caetano Veloso anunciou na quarta-feira, nas redes sociais, que está a gravar um disco com canções inéditas, quase uma década após o lançamento de "Abraçaço", em 2012.
Veloso, um dos mais emblemáticos representantes da chamada Música Popular Brasileira (MPB), vencedor de dois prémios Grammy e de dez Grammys latinos, partilhou nas redes sociais Twitter e Instagram que está a gravar um disco, mas não quis revelar muito sobre o álbum.
"De facto, estou a gravar um disco de inéditos. Já se passaram nove anos desde o último. Ainda não posso dizer muito sobre as canções, mas elas representam como está a minha cabeça agora", disse o autor de clássicos da música brasileira como "Terra", "Sampa", "O quereres", "Você é linda", "Alegria, Alegria", "Leãozinho" ou "Sozinho".
O cantor e compositor, de 78 anos, admitiu que pretendia gravar o disco no início de 2020, após ter composto algumas músicas novas, durante uma viagem que fez à sua terra natal, Bahia, no verão de 2019.
No entanto, quando chegou ao Rio de Janeiro, em março do ano passado, estava tudo paralisado, devido à pandemia de covid-19.
"Decidi esperar e esperei mais de um ano, mas as coisas não melhoraram. Então, resolvi gravar num estúdio que tenho em casa. Faço-o com alguns músicos à distância e com outros de forma presencial, mas cumprindo todos os protocolos (sanitários)", explicou o artista, num vídeo partilhado nas redes sociais.
"São canções que representam como está a minha cabeça hoje e a minha capacidade de produzir atualmente. Não posso falar muito sobre o álbum, porque as coisas não estão prontas e é melhor esperar. Quando as canções estiverem prontas, elas serão mostradas", disse.
Nos últimos anos, o compositor preferiu dedicar-se a uma digressão com o seu amigo de longa data Gilberto Gil, que deu origem a um álbum ao vivo, gravado em 2015, com canções antigas de ambos, e a apresentações em que dividiu o palco com os filhos Moreno (47 anos), Zeca (28) e Tom Veloso (23), que também acabaram em álbum (2018).
"De facto, estou a gravar um disco de inéditos. Já se passaram nove anos desde o último. Ainda não posso dizer muito sobre as canções, mas elas representam como está a minha cabeça agora", disse o autor de clássicos da música brasileira como "Terra", "Sampa", "O quereres", "Você é linda", "Alegria, Alegria", "Leãozinho" ou "Sozinho".
O cantor e compositor, de 78 anos, admitiu que pretendia gravar o disco no início de 2020, após ter composto algumas músicas novas, durante uma viagem que fez à sua terra natal, Bahia, no verão de 2019.
No entanto, quando chegou ao Rio de Janeiro, em março do ano passado, estava tudo paralisado, devido à pandemia de covid-19.
"Decidi esperar e esperei mais de um ano, mas as coisas não melhoraram. Então, resolvi gravar num estúdio que tenho em casa. Faço-o com alguns músicos à distância e com outros de forma presencial, mas cumprindo todos os protocolos (sanitários)", explicou o artista, num vídeo partilhado nas redes sociais.
"São canções que representam como está a minha cabeça hoje e a minha capacidade de produzir atualmente. Não posso falar muito sobre o álbum, porque as coisas não estão prontas e é melhor esperar. Quando as canções estiverem prontas, elas serão mostradas", disse.
Nos últimos anos, o compositor preferiu dedicar-se a uma digressão com o seu amigo de longa data Gilberto Gil, que deu origem a um álbum ao vivo, gravado em 2015, com canções antigas de ambos, e a apresentações em que dividiu o palco com os filhos Moreno (47 anos), Zeca (28) e Tom Veloso (23), que também acabaram em álbum (2018).
c/ agências