Cultura
Coliseu dançou ao som de "Matizes" de Djavan
Um Coliseu a dançar foi a aposta ganha por Djavan quando ontem à noite deixou a emblemática sala de espectáculos de Lisboa após ter rendido, mais uma vez, o público da capital portuguesa à sua música.
Foi um prazer ouvir “Matizes”, o novo trabalho do cantor nascido há 59 anos em Maceió, no Nordeste brasileiro, num espectáculo onde não faltaram, como se esperava, os grandes êxitos do passado.
Poucos minutos depois das 22 horas, quando Djavan e os excelentes músicos que o acompanham deram os primeiros acordos, as perspectivas até nem eram muito boas já que a sala mostrava um aspecto quase desolador.
Mas bem à portuguesa os interessados chegaram em cima da hora e muitos já depois da hora e após os primeiros dois temas as luzes já mostravam uma sala muito bem composta.
Estava tudo ensaiado e ao longo de uma hora e meia o artista, um dos mais originais da Música Popular Brasileira surgidos a partir dos anos 70, foi um desfilar das canções do novo disco a que se juntaram os grandes êxitos conhecidos de todos.
O cantor mostrou estar em forma, os arranjos são excelentes e o grupo que o acompanha, com destaque para Josué Lopez (saxofone), François Lima (Trombone) e Walmir Gil (trompete), dão garantias de êxito.
O público, esse foi deliciando-se com temas como o sucesso “Eu te devoro” ou a canção dedicada ao Rio, “Delírio dos Mortais”.
Mas o Coliseu veio ao rubro quando Djavan fez o convite à dança e iniciou um regresso ao passado com os temas que o “povo” dança sem parar e que levou a que até ao final do espectáculo as cadeiras fossem apenas simples objectos de decoração numa sala que vibrou e sambou até final.
Destaque ainda, pela qualidade sonora, para o tema flamenco que Djavan descobriu na voz de Cameron de La Islã, “La leyenda Del tiempo” um poema de Garcia Lorca adaptado por Ricardo Panchon que deixou Lisboa encantada.
Mas no meio de tudo que me perdoem os mais novos, mas ouvir o velhinho “Samurai” da forma como Djavan o fez na noite de ontem no Coliseu de Lisboa era suficiente para rentabilizar qualquer investimento que se tenha feito nesta viagem ao “Meu bem querer”, suficiente para colocar uma “Pedra” no assunto.
Poucos minutos depois das 22 horas, quando Djavan e os excelentes músicos que o acompanham deram os primeiros acordos, as perspectivas até nem eram muito boas já que a sala mostrava um aspecto quase desolador.
Mas bem à portuguesa os interessados chegaram em cima da hora e muitos já depois da hora e após os primeiros dois temas as luzes já mostravam uma sala muito bem composta.
Estava tudo ensaiado e ao longo de uma hora e meia o artista, um dos mais originais da Música Popular Brasileira surgidos a partir dos anos 70, foi um desfilar das canções do novo disco a que se juntaram os grandes êxitos conhecidos de todos.
O cantor mostrou estar em forma, os arranjos são excelentes e o grupo que o acompanha, com destaque para Josué Lopez (saxofone), François Lima (Trombone) e Walmir Gil (trompete), dão garantias de êxito.
O público, esse foi deliciando-se com temas como o sucesso “Eu te devoro” ou a canção dedicada ao Rio, “Delírio dos Mortais”.
Mas o Coliseu veio ao rubro quando Djavan fez o convite à dança e iniciou um regresso ao passado com os temas que o “povo” dança sem parar e que levou a que até ao final do espectáculo as cadeiras fossem apenas simples objectos de decoração numa sala que vibrou e sambou até final.
Destaque ainda, pela qualidade sonora, para o tema flamenco que Djavan descobriu na voz de Cameron de La Islã, “La leyenda Del tiempo” um poema de Garcia Lorca adaptado por Ricardo Panchon que deixou Lisboa encantada.
Mas no meio de tudo que me perdoem os mais novos, mas ouvir o velhinho “Samurai” da forma como Djavan o fez na noite de ontem no Coliseu de Lisboa era suficiente para rentabilizar qualquer investimento que se tenha feito nesta viagem ao “Meu bem querer”, suficiente para colocar uma “Pedra” no assunto.