Curtas-metragens revelam outra visão da esclerose múltipla

As associações de doentes de esclerose múltipla quiseram dar a conhecer a doença de maneira diferente e lançaram um concurso de curtas-metragens.

Sandy Gageiro /
Neste Dia Mundial da Esclerose Múltipla, a Antena1 foi ao encontro do realizador João Hipólito, que concretizou um dos filmes depois de um trabalho de pesquisa sobre a doença.

Os vencedores do concurso foram outros. Francisco Miranda ficou em primeiro com a curta-metragem “Ana Monstro”. O júri distinguiu em segundo lugar “EM 3, 2, 1 Ação”, de Andreia Campos, Ana Mansinho e André Ferreira. No terceiro posto ficou Guilherme, com “A Esclerose Múltipla e Eu”. Os três filmes vencedores vão estar em exibição nas salas do complexo de Cinemas City a partir de 1 de junho.

A iniciativa da Novartis, em parceria com o Instituto do Cinema e do Audiovisual, juntou ainda três associações de doentes do país, nomeadamente a Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM), a Associação Todos com a Esclerose Múltipla (TEM) e a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM). O concurso foi dirigido a estudantes das áreas de cinema e audiovisuais.

A esclerose múltipla manifesta-se em jovens adultos, entre os 20 e os 40 anos de idade, interferindo com a capacidade do doente em controlar funções como a visão, a locomoção, e o equilíbrio. Cerca de 5 mil portugueses são afetados por esta doença inflamatória crónica do sistema nervoso central.

(com Sandra Henriques)
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