"E se a Mónica". Entre teatro e dança leva legado de Mónica Lapa às novas gerações

"E se a Mónica". Entre teatro e dança leva legado de Mónica Lapa às novas gerações

"E se a Mónica" lembra a vida da bailarina, coreógrafa e produtora Mónica Lapa num espetáculo encenado pela irmã. Está em cena de 14 de outubro a 1 de novembro no Clube Estefânia, em Lisboa.

Sandy Amaro Gageiro - RTP Antena 1 / Adicionar como fonte informativa

O espetáculo parte de uma questão: “o que teria acontecido se a Mónica não tivesse morrido?”

Mónica Lapa foi uma das impulsionadoras da nova dança portuguesa uma das fundadoras do festival Danças na Cidade, atual festival Alcântara e promoveu diversos projetos no âmbito da dança contemporânea em Portugal.
A encenadora e irmã Marta Lapa desafiou o dramaturgo Miguel Castro Caldas para um projeto e deu-lhe um ponto de partida: o que teria acontecido se a Mónica não tivesse morrido?

Dar a conhecer Mónica às novas gerações

Marta Lapa sentiu a necessidade também de mostrar às novas gerações a importância da irmã e a marca que deixou nas artes performativas: “Não se contando a história da Mónica, lançamos a Mónica e pegámos nalguns dados biográficos, evidentemente”.

E Marta Lapa não foge da emoção: “É um lugar muito particular este espetáculo porque é a Mónica e a Mónica foi um dos grandes amores da minha vida, que morreu com 35 anos, quase 36. A minha irmã”.

Produzido pela estrutura Escola de Mulheres, “E se a Mónica” cruza teatro e dança levando o seu legado às novas gerações.
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