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Edição "nostálgica" do Festival de Vilar de Mouros

Edição "nostálgica" do Festival de Vilar de Mouros

Nomes grandes do rock dos anos 60, 70 e 80, como Robert Plant, Joe Cocker, Peter Murphy e Echo & The Bunnymen, vão actuar entre quinta-feira e domingo no Festival de Vilar de Mouros, Caminha.

Agência LUSA /
DR

O mais antigo festival de Verão surge este ano num calendário mais próximo das míticas edições de 1971 e 1982 (ambas iniciadas no final de Julho) e com um cartaz que pela primeira vez repete nomes estrangeiros.

Os britânicos Echo & The Bunnymen regressam 23 anos depois de terem aberto o Vilar de Mouros+1982, agora com apenas dois elementos da formação inicial, o vocalista Ian McCulloch e o guitarrista Will Sergeant.

O ex-Led Zepplin Robert Plant também volta a Vilar de Mouros, onde esteve em 2000, mas desta vez com uma nova banda, os Strange Sensation.

Outro regresso é o de Jorge Palma, que actuou no festival de 1971, integrando com Rão Kyao e Edmundo Falé o grupo Sindicato.

O dia de abertura do Vilar Mouros+2005, quinta-feira, é dominado pelo rock de influência gótica dos finlandeses Nigthwish e dos holandeses Within Tempation, ambos em estreia em Portugal e com vocalistas femininas, e pelos sons pesados dos britânicos Anathema e Johnny Panic, "aquecidos" pelos portugueses Oratory.

Sexta-feira, dia com recordações do pós-punk dos anos 80, actuam o ex-Bauhaus Peter Murphy e a banda de Jon Spencer, Blues Explosion, antecedidos pelos Jesus Jones, Echo & The Bunnymen e Skeeze Theeze Pleeze.

O dia dos maiores contrastes é sábado, com o veterano Joe Cocker (61 anos) e a jovem Joss Stone (18 anos), na sua estreia em Portugal, ao lado dos Alabama 3, do duo de house-pop Faithless e dos portugueses The Plot.

O festival termina domingo com Jorge Palma, Robert Plant, a estreia nacional de uma das bandas mais aclamadas do rock progressivo contemporâneo, os Porcupine Tree, os "renascidos" Wedding Present, Andy Barlow (dos Lamb) e Kidnap.

A edição deste ano do Festival de Vilar de Mouros foi alargada a quatro dias, mas o palco secundário (construído para a edição de 1982) vai ter música apenas de sexta-feira a domingo.

Screcy, Civic e Spitout (sexta-feira), Tara Perdida, Aside e Starvan (Sábado) e Lulla Bye, Blunder, Bliss e Carving (domingo) são as bandas que vão actuar a partir das 16:30 no palco secundário.

às 19:00, logo que termine a música no segundo palco, começam os concertos no palco principal, instalado no recém-remodelado Campo das Choussas, que este ano surge com uma diferente disposição de tendas e barracas.

Após um início de semana chuvoso no Alto Minho, as previsões meteorológicas apontam para tempo seco nos quatro dias de uma das mais nostálgicas edições do "Woodstock" português.

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