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Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito no Médio Oriente

Preço do petróleo atingiu os 126 dólares por barril, o valor mais elevado desde 2022

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Preço do petróleo atingiu os 126 dólares por barril, o valor mais elevado desde 2022

O preço do petróleo Brent, referência europeia, atingiu os 126 dólares por barril ao início da manhã de hoje, o seu valor mais elevado desde 2022, depois de ter subido mais de 6% em relação ao dia anterior. O impasse nas negociações para por fim ao conflito entre EUA e Irão faz disparar ainda mais os preços, colocando ênfase na crise energética mundial. Em 60 dias, a guerra custou aos cofres norte-americanos, cerca de 21 mil milhões de euros. Acompanhamos aqui, ao minuto, o evoluir da guerra no Médio Oriente.

RTP /

Pavel Mikheyev - Reuters

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Grande Entrevista - RTP
RTP /

Paulo Rangel considera "ínfimo" uso norte-americano da Base das Lajes

O Governo português demarca-se de qualquer envolvimento no conflito com o Irão.

Na 'Grande Entrevista' da RTP, Paulo Rangel garantiu que Portugal não apoia nem subscreve as ações militares na região.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros aproveitou ainda para desvalorizar o atual papel estratégico da Base das Lajes, classificando a utilização norte-americana da infraestrutura açoriana como 'ínfima' e 'pouco relevante'.
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RTP /

EUA. Guerra no Irão já custou 21 mil milhões de euros

Em 60 dias, a guerra custou aos cofres norte-americanos, cerca de 21 mil milhões de euros.

O balanço, relativo a apenas dois meses de conflito, foi revelado pelo Subsecretário da Defesa com a pasta do orçamento.

Os números oficiais confirmam a enorme pressão financeira que a nova frente militar no Médio Oriente está a exercer sobre os Estados Unidos.
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RTP /

Preço do petróleo Brent atingiu os 126 dólares por barril

O preço do petróleo Brent, referência europeia, atingiu os 126 dólares por barril ao início da manhã de hoje, o seu valor mais elevado desde 2022 devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

O valor do petróleo subiu mais de 6% em relação ao dia anterior.

Depois de atingir este valor, e de acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, pelas 05:00 GMT (06:00 em Lisboa) de hoje, o preço desceu nos contratos futuros do Brent para 124,1 dólares por barril.

Esta subida acontece no meio da paralisação das negociações entre os Estados Unidos e o Irão para um acordo de paz e enquanto o Estreito de Ormuz, passagem crucial para o comércio internacional de crude, continua bloqueado.

Antes do início da guerra, no final de fevereiro, o Brent negociava a cerca de 70 dólares por barril.

Os Estados Unidos mantêm o bloqueio aos portos iranianos, enquanto o Estreito de Ormuz continua fechado, o que pressiona os preços do petróleo em alta.

As tensões voltaram a aumentar na quarta-feira, assinalando 61 dias desde o início da ofensiva, depois de a República Islâmica ter ameaçado com "ações militares sem precedentes" caso os Estados Unidos não cessem as suas intervenções navais e desbloqueiem o Estreito de Ormuz.

As Forças Armadas dos EUA também informaram que bloquearam 42 navios que viajavam para ou de portos iranianos como parte do bloqueio desta rota marítima.

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RTP /

EUA negoceiam novo acordo com o regime de Teerão

Donald Trump anunciou que estão em curso negociações para um novo acordo com o Irão, mas deixou um aviso severo a Teerão.

O Presidente dos Estados Unidos sublinhou que a capacidade nuclear iraniana é uma 'linha vermelha' intransigível para a Casa Branca.

Numa escalada de retórica, Trump voltou a elevar o tom das ameaças, garantindo que haverá consequências caso a via diplomática não produza os resultados esperados em breve.
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Lusa /

Reino Unido e nove Estados europeus criam força naval complementar da NATO

A Marinha Real britânica anunciou na quarta-feira um acordo para criar uma força naval conjunta com nove países europeus "complementar" da NATO, para dissuadir futuras ameaças da Federação Russa a partir da "fronteira marítima aberta" a norte.

Damien Bye/UK MoD Crown Copyright/Handout via REUTERS

"Passamos das palavras à ação. Uma Marinha Híbrida. Aliados do Norte. Dissuasão real no Ártico e Atlântico Norte em apoio da NATO. Na semana passada, todos os Estados da Força Expedicionária Conjunta assinaram uma declaração de intenções comprometendo-se a elaborar propostas detalhadas", indicou nas suas redes sociais.

O chefe da Marinha, o general Gwyn Jenkins, fez mesmo assim o anúncio, em discurso recolhido pelo The Guardian, apesar de o acordo ter sido feito na semana passada.

O acordo inclui, além do Reino Unido, a Dinamarca, a Estónia, a Finlândia, a Islândia, a Letónia, a Lituânia, a Suécia, a Noruega e os Países Baixos.

Jenkins revelou que as incursões russas nas águas britânicas aumentaram "quase um terço nos últimos dois anos".

 

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