Cultura
Egipto fecha a maior das pirâmides de Gizé por causa do 11/11/11
Hoje é dia de palíndromo, por ser dia 11 de novembro de 2011, com especial carga esotérica em cima do segundo 11:11:11, e há quem esteja a marcar a data. Com medo dos rumores de que vários grupos de pessoas tencionavam realizar cerimónias espirituais na grande pirâmide de Quéops hoje, as autoridades locais no Egipto fecharam o perímetro.
A Autoridade para a Antiguidades do Egipto fechou a maior das pirâmides de Gizé esta sexta-feira devido aos rumores de que vários grupos de pessoas planeavam tentar realizar cerimónias espirituais no local às 11:11 do dia 11 de novembro de 2011.
Mustafa Amin, chefe do departamento, escreve num comunicado que a pirâmide de Khufu, conhecida por Quéops, será fechada a visitas até sábado de manhã para "manutenção", segundo descreve a Associated Press, negando os rumores de que haveria cerimónias planeadas para o local.
Mas o encerramento do monumento surgiu na sequência de uma série de relatos não confirmados, mas publicitados pelos media locais, de que grupos não identificados tencionavam realizar cerimónias "judaicas" e "maçónicas" no local, tentando absorver algum do esoterismo associado à pirâmide ou aproveitar "misteriosos poderes provenientes da pirâmide numa data rara".
Uma empresa egípcia pediu permissão, no mês passado, para realizar hoje um evento chamado "abraço da pirâmide", em que 120 pessoas dariam as mãos em torno da estrutura histórica. A Autoridade recusou o pedido há uma semana, mas os egípcios em causa iniciaram fortes campanhas nas redes sociais para que o evento ocorra.
Khufu é a maior pirâmide do complexo de Gizé, e tem o nome do faraó que fundou a quarta Dinastia por volta do ano de 2680 a.C. e governou o Egipto durante 23 anos. O resto do complexo, que inclui outras duas pirâmides, vários sepulturas e a Esfinge, permanecem abertas. A Associated Press contactou Mustafa Amin por telefone depois das 11:11:11 horas que disse não ter reparado em nada fora do comum: "Está tudo normal. A única coisa diferente é o encerramento da pirâmide Khufu."
Mustafa Amin, chefe do departamento, escreve num comunicado que a pirâmide de Khufu, conhecida por Quéops, será fechada a visitas até sábado de manhã para "manutenção", segundo descreve a Associated Press, negando os rumores de que haveria cerimónias planeadas para o local.
Mas o encerramento do monumento surgiu na sequência de uma série de relatos não confirmados, mas publicitados pelos media locais, de que grupos não identificados tencionavam realizar cerimónias "judaicas" e "maçónicas" no local, tentando absorver algum do esoterismo associado à pirâmide ou aproveitar "misteriosos poderes provenientes da pirâmide numa data rara".
Uma empresa egípcia pediu permissão, no mês passado, para realizar hoje um evento chamado "abraço da pirâmide", em que 120 pessoas dariam as mãos em torno da estrutura histórica. A Autoridade recusou o pedido há uma semana, mas os egípcios em causa iniciaram fortes campanhas nas redes sociais para que o evento ocorra.
Khufu é a maior pirâmide do complexo de Gizé, e tem o nome do faraó que fundou a quarta Dinastia por volta do ano de 2680 a.C. e governou o Egipto durante 23 anos. O resto do complexo, que inclui outras duas pirâmides, vários sepulturas e a Esfinge, permanecem abertas. A Associated Press contactou Mustafa Amin por telefone depois das 11:11:11 horas que disse não ter reparado em nada fora do comum: "Está tudo normal. A única coisa diferente é o encerramento da pirâmide Khufu."