Mundo
Exposição de fotografias leva visitantes rumo aos Himalaias e às paisagens do Tibete
A presença chinesa no Tibete tem aumentado nas últimas décadas. Yi Xu é chinês e vê neste território tibetano localizado a sudoeste da China o seu local favorito para fotografar. Instalou-se em Portugal há nove meses e aqui pretende ficar após três anos nos Estados Unidos da América a trabalhar como advogado. Exibe na Fábrica Braço de Prata 26 fotografias de viagens realizadas ao longo da última década à região também conhecida como "o teto do mundo".
É a espiritualidade budista que atrai Yi Xu ao Tibete. Voltou cinco vezes e a última dessas viagens foi realizada já enquanto residente na Europa.
Há dois meses resolveu organizar com a então namorada portuguesa, agora noiva, a primeira exposição de parte do seu acervo fotográfico que resulta em 26 imagens não só das montanhas como do quotidiano dos monges tibetanos tiradas em 2019.
Foto: Yi Xu
Juntos imprimiram as fotografias e escolheram a Fábrica Braço de Prata, um museu vivo que acolhe simultaneamente teatro, dança, artes plásticas e encontros literários.
Numa das salas do espaço lisboeta, as imagens do Tibete são protagonistas e o objetivo de Yi Xu é assumir-se como fotógrafo de viagens, deixando de vez a profissão que tinha nos EUA como advogado.
Há dois meses resolveu organizar com a então namorada portuguesa, agora noiva, a primeira exposição de parte do seu acervo fotográfico que resulta em 26 imagens não só das montanhas como do quotidiano dos monges tibetanos tiradas em 2019.
Juntos imprimiram as fotografias e escolheram a Fábrica Braço de Prata, um museu vivo que acolhe simultaneamente teatro, dança, artes plásticas e encontros literários.
Numa das salas do espaço lisboeta, as imagens do Tibete são protagonistas e o objetivo de Yi Xu é assumir-se como fotógrafo de viagens, deixando de vez a profissão que tinha nos EUA como advogado.
Ainda não fala português mas a noiva Alexandra é a sua professora conseguindo fazer com que já diga " boa noite, tudo bem?" para começo de entrevista.
Yi Xu acaba de regressar de uma viagem à China de um mês. Não via a família há quatro anos por causa da pandemia e no regresso a Lisboa trouxe novo material para uma próxima exposição.
Conta que foi a câmara fotográfica oferecida pelo pai quando tinha 14 anos que o estimulou para a fotografia e os primeiros "clicks" iniciaram-se com as tais vaigens de automóvel na companhia da família e amigos dos pais.
Agora, aos 26 anos, resolveu mostrar as jornadas realizadas pela China, que têm sempre como ponto de partida a cidade onde nasceu, Xangai, e rumam sempre até ao Tibete, "apesar do enorme frio" que faz por lá.
Nesta exposição há imagens do Monte Evereste, da vida diária das populações, dos campos verdes no verão de perder de vista, dos templos budistas e dos seus monges.
Conta que foi a câmara fotográfica oferecida pelo pai quando tinha 14 anos que o estimulou para a fotografia e os primeiros "clicks" iniciaram-se com as tais vaigens de automóvel na companhia da família e amigos dos pais.
Agora, aos 26 anos, resolveu mostrar as jornadas realizadas pela China, que têm sempre como ponto de partida a cidade onde nasceu, Xangai, e rumam sempre até ao Tibete, "apesar do enorme frio" que faz por lá.
Nesta exposição há imagens do Monte Evereste, da vida diária das populações, dos campos verdes no verão de perder de vista, dos templos budistas e dos seus monges.
Uma das imagens que chama a atenção retrata as habitações de três metros quadrados dos monges em aprendizagem da religião budista, construídas de madeira e usadas apenas para dormir.
Depois de tantas viagens já fala mandarim com os mais jovens monges acabando por conseguir fotografar a sua vida com mais pormenor.
Fotografar as belezas naturais da cordilheira dos Himalaias é algo que vai continuar a fazer embora tenha um arquivo digital de 300 mil imagens de várias paragens pela China, que como diz, "é um país muito grande, do tamanho da Europa inteira".
A exposição de Yi Xu pode ser vista gratuitamente até 27 de Junho e estão disponíveis mais informações na sua página profissional.
Fotografar as belezas naturais da cordilheira dos Himalaias é algo que vai continuar a fazer embora tenha um arquivo digital de 300 mil imagens de várias paragens pela China, que como diz, "é um país muito grande, do tamanho da Europa inteira".
A exposição de Yi Xu pode ser vista gratuitamente até 27 de Junho e estão disponíveis mais informações na sua página profissional.