"Fim de Semana Solidário" do CCB junta 32.700 euros para associações de Leiria

"Fim de Semana Solidário" do CCB junta 32.700 euros para associações de Leiria

A iniciativa "Fim de Semana Solidário", que aconteceu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, rendeu cerca de 32.700 euros, que serão entregues a duas instituições do distrito de Leiria, um dos mais afetados pela depressão Kristin.

Lusa /

De acordo com o Centro Cultural de Belém (CCB), num comunicado hoje divulgado, "graças à adesão do público e ao envolvimento das equipas do CCB, foi possível angariar 32.705,20 euros, valor resultante das receitas do concerto solidário `Das Klagende Lied`, de Gustav Mahler, e das entradas no MAC/CCB durante esse fim de semana [sábado 28 de fevereiro e domingo 01 de março]".

A receita de bilheteira do museu MAC/CCB foi de 3.195 euros no dia 28 de fevereiro e de 3.336 euros no dia 01 de março, segundo o CCB, em resposta a questões da Lusa.

Já a venda de bilhetes para o concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa com o coro do Teatro Nacional de São Carlos, que aconteceu em 01 de março, permitiu angariar 26.174,20 euros.

A entrega das receitas do espetáculo é uma iniciativa conjunta da Fundação CCB e do Organismo de Produção Artística (Opart), que gere o Teatro Nacional de São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

O CCB salienta que o concerto "reforçou a importância da colaboração entre instituições para o apoio a comunidades e estruturas culturais em momentos particularmente exigentes".

As receitas do "Fim de Semana Solidário" revertam na integra para a Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria e o Sport Operário Marinhense, "duas associações culturais profundamente enraizadas na zona recentemente atingida pela Tempestade Kristin, com prejuízos muito significativos nas suas instalações".

Dezanove pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

Tópicos
PUB