Herman José promete ser Deus no Coliseu do Porto

Herman José, o verdadeiro artista, sobe esta sexta feira ao palco do Coliseu do Porto para comemorar 40 anos de carreira.
"vai ser como uma reunião da Igreja Universal do reino de Deus... Comigo, claro está, a fazer de Deus".

Daniel Catalão, Rui Sá /
Munido de viola, piano, a bengala do Feliz & Contente, a pochete do Nelo, a cabeleira do Serafim Saudade, a vuvuzela do Esteves e os sapatos de plataforma do Tony Silva, o Herman José faz um balanço hilariante da sua carreira.

"A mim o que me irrita é a previsibilidade", diz o humorista que garante vai subir ao palco como quem faz amor com o empenho em transformar o ato em duas horas "em que toda a gente se diverte".

No Jornal 2 Herman José fala num espetáculo que tem que ser especial até porque diz: "foi o público do Porto que me pagou a casa em 1976".

O regresso ao Coliseu do Porto acontece depois de 33 anos. Subiu àquele palco em 1983 quando concorreu ao XX Festival RTP da Canção. Haveria de ser Armando Gama a vencer com "Esta Balada Que Te Dou". "A Cor do Teu Bâton", de Herman ficaria classificada em segundo lugar.

O autor, cantor, músico e humorista volta agora na companhia de um octeto de músicos dirigidos pelo maestro Pedro Duarte, como um dos grandes vendedores na categoria de entretenimento das últimas décadas em Portugal.
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