Cultura
Especial Informação
Lisboa a caminho de tabuleiro especial do Monopólio
A capital portuguesa pode ser uma das 20 cidades a integrar o tabuleiro de uma edição especial do jogo que comemora 80 anos. A votação é feita online até 3 de março.
Os fãs do Monopoly saberão decerto o que significa o Rossio na edição portuguesa: a propriedade mais cara que pode ser comprada, aquela que, com hotel instalado, pode levar qualquer adversário à falência.
Neste caso, não é o Rossio a entrar no jogo, mas pode ser Lisboa a inscrever o seu nome numa das "casas" da nova Edição Mundial comemorativa. Só tem de conquistar votos suficientes numa votação que decorre mundialmente para escolher as cidades que vão fazer parte do tabuleiro.
Lisboa não está longe de conquistar esse lugar. Acedendo à votação na manhã desta quarta-feira, a capital de Portugal era a terceira mais votada em todo o mundo. Não se conhecem para já todas as regras. A cidade mais votada poderá até ocupar a casa mais preciosa do tabuleiro.
Os resultados da votação serão anunciados no dia de aniversário do jogo - 19 de março. A nova edição deverá ser comercializada em setembro.
Em competição estão 80 cidades de todo o mundo. Riga é neste momento a cidade mais votada, seguida de Lima e depois Lisboa. Não se sabe qual a diferença de votos que distancia a capital portuguesa do lugar mais “poderoso” do jogo.
A votação está aberta até dia 3 de Março em www.votemonopoly.com.
O que vale Lisboa
É uma conta que não está feita, mas se pensarmos que este é o “jogo de tabuleiro mais vendido do mundo”, pelo menos podemos falar de algum prestígio. Lisboa passaria a ter lugar no jogo capitalista por excelência.
Em 2000, o Monopoly foi eleito o Jogo do Século.
Desde 1935, quando foi lançado nos Estados Unidos, o jogo já vendeu “cerca de 160 milhões de unidades” em mais de 111 países e com tradução em 43 idiomas. Em Portugal, foi lançado na década de 50 pela Majora, com nome luso: Monopólio.
Uma década depois entrou na “internacionalização e globalização” e passou a ter a denominação oficial internacional: Monopoly.
Foi criado após a Grande Depressão nos Estados Unidos e cria "discussões" desde aí. A competição é a marca do jogo. Comprar propriedades, angariar um “bairro”, comprar casas e hotéis e assim cobrar “renda” aos adversários que lá calham dá direito a alguns momentos de “tensão”. Até porque a ideia é pouco piedosa: o objetivo é levar os outros jogadores à bancarrota.
“Passar na casa partida” com dinheiro verdadeiro
Se alguns jogadores já levam o jogo bem a sério, em França isso poderá chegar a um novo nível. No âmbito da comemoração dos 80 anos de história, a empresa Hasbro, dona do jogo, decidiu criar uma versão com notas verdadeiras.
O mais longo jogo de Monopólio de que há registo durou 70 dias seguidos.
20.580 euros: é o orçamento se substituirmos todas as notas do Monopólio por dinheiro real. Haverá apenas uma caixa com este jackpot. Em outras dez caixas foram colocados 300 euros e nas restantes 69 estão 150.
Ainda não se sabe se Portugal poderá também ser contemplado com estes “jogos com bónus”. A empresa de comunicação que está a acompanhar por cá as comemorações dos 80 anos do jogo apenas diz que “não está excluída essa possibilidade”.
Neste caso, não é o Rossio a entrar no jogo, mas pode ser Lisboa a inscrever o seu nome numa das "casas" da nova Edição Mundial comemorativa. Só tem de conquistar votos suficientes numa votação que decorre mundialmente para escolher as cidades que vão fazer parte do tabuleiro.
Lisboa não está longe de conquistar esse lugar. Acedendo à votação na manhã desta quarta-feira, a capital de Portugal era a terceira mais votada em todo o mundo. Não se conhecem para já todas as regras. A cidade mais votada poderá até ocupar a casa mais preciosa do tabuleiro.
Os resultados da votação serão anunciados no dia de aniversário do jogo - 19 de março. A nova edição deverá ser comercializada em setembro.
Em competição estão 80 cidades de todo o mundo. Riga é neste momento a cidade mais votada, seguida de Lima e depois Lisboa. Não se sabe qual a diferença de votos que distancia a capital portuguesa do lugar mais “poderoso” do jogo.
A votação está aberta até dia 3 de Março em www.votemonopoly.com.
O que vale Lisboa
É uma conta que não está feita, mas se pensarmos que este é o “jogo de tabuleiro mais vendido do mundo”, pelo menos podemos falar de algum prestígio. Lisboa passaria a ter lugar no jogo capitalista por excelência.
Em 2000, o Monopoly foi eleito o Jogo do Século.
Desde 1935, quando foi lançado nos Estados Unidos, o jogo já vendeu “cerca de 160 milhões de unidades” em mais de 111 países e com tradução em 43 idiomas. Em Portugal, foi lançado na década de 50 pela Majora, com nome luso: Monopólio.
Uma década depois entrou na “internacionalização e globalização” e passou a ter a denominação oficial internacional: Monopoly.
Foi criado após a Grande Depressão nos Estados Unidos e cria "discussões" desde aí. A competição é a marca do jogo. Comprar propriedades, angariar um “bairro”, comprar casas e hotéis e assim cobrar “renda” aos adversários que lá calham dá direito a alguns momentos de “tensão”. Até porque a ideia é pouco piedosa: o objetivo é levar os outros jogadores à bancarrota.
“Passar na casa partida” com dinheiro verdadeiro
Se alguns jogadores já levam o jogo bem a sério, em França isso poderá chegar a um novo nível. No âmbito da comemoração dos 80 anos de história, a empresa Hasbro, dona do jogo, decidiu criar uma versão com notas verdadeiras.
O mais longo jogo de Monopólio de que há registo durou 70 dias seguidos.
20.580 euros: é o orçamento se substituirmos todas as notas do Monopólio por dinheiro real. Haverá apenas uma caixa com este jackpot. Em outras dez caixas foram colocados 300 euros e nas restantes 69 estão 150.
Ainda não se sabe se Portugal poderá também ser contemplado com estes “jogos com bónus”. A empresa de comunicação que está a acompanhar por cá as comemorações dos 80 anos do jogo apenas diz que “não está excluída essa possibilidade”.