Lucian Freud, o artista que retratou o corpo com naturalidade e dureza

Lisboa, 22 jul (Lusa) -- Lucian Freud, que morreu quarta-feira em Londres, aos 88 anos, costumava dizer que nunca seria capaz de pintar algo que não estivesse em frente dele. Era considerado um dos maiores pintores de arte figurativa contemporânea.

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Era também o artista vivo mais cotado a nível mundial. Em 2008, "Benefits Supervisor Sleeping" (1995), com uma mulher nua a dormir num sofá, estabeleceu um novo recorde de venda para um artista vivo, ao atingir cerca de 34 milhões de dólares (23 milhões de euros).

Desde muito jovem que Freud revelou talento para o desenho, mas só se dedicou à arte a tempo inteiro a partir de 1942, depois de um ataque ao navio da marinha mercante onde viajava, provocando-lhe ferimentos que o deixaram inválido.

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