Médico de Michael Jackson condenado a quatro anos de prisão

Los Angeles, Califórnia, 29 nov (Lusa) - O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, foi condenado a quatro anos de prisão por homicídio involuntário do cantor, a 25 de junho de 2009, foi hoje anunciado.

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A leitura da sentença decorreu hoje em Los Angeles, na Califórnia, três semanas depois de o júri do Tribunal Superior de Los Angeles ter considerado que o cardiologista Conrad Murray, de 58 anos, foi culpado pela morte do cantor norte-americano.

Ainda foi pedida a liberdade condicional do médico, uma vez que Conrad Murray não tem cadastro e perderá a licença para exercer medicina.

Mas a sentença ditou a prisão do cardiologista com o argumento de que Michael Jackson morreu devido a uma "grave intoxicação" com propofol, um potente sedativo que o cantor `pop` utilizava como medicamento para dormir.

Murray admitiu em tribunal ter ministrado o soporífero na manhã em que Michael Jackson morreu.

De acordo com a agência Associated Press, Conrad Murray poderá cumprir apenas metade da pena, uma vez que as prisões na Califórnia estão sobrelotadas.

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