Cultura
Morreu Jeanne Moreau
A atriz francesa tinha 89 anos e foi encontrada esta segunda-feira sem vida na sua casa em Paris. A notícia foi avançada pela France Presse.
Com uma carreira de mais de seis décadas, Jeanne Moreau, uma das maiores atrizes do cinema francês, trabalhou com grandes realizadores como Louis Buñuel, François Truffaut, Orson Welles ou Michelangelo Antonioni e participou em mais de 130 filmes. O Presidente francês Emmanuel Macron reagiu à morte
da atriz dizendo que Moreau “tinha o cinema incorporado em si” e era um
espírito livre que “sempre se manifestou contra a ordem estabelecida”.
Um dos seus últimos trabalhos no cinema foi com Manoel de Oliveira, ao participar na peça teatral O Gebo e a Sombra.
Moreau chegou a realizar um documentário e duas longas-metragens de ficção nas décadas de 1970 e 1980, mas o que a transformou numa estrela foi a participação nos filmes Jules e Jim, em 1962, Os Amantes e no Fim de semana no Ascensor, ambos em 1958.
Pelo trabalho desenvolvido no filme Moderato Cantabile, de Peter Brook, recebeu o prémio de Melhor Atriz no Festival de Cannes, em 1960.
Teresa Nicolau, Luís Vilar - RTP
Foi a primeira mulher eleita para integrar a Academia de Belas Artes do Instituto Francês, há 17 anos, e recebeu um César, o maior prémio do cinema francês, pela participação no filme La vieille qui marchait dans la mer, de Laurent Heynemann, em 1991.
Em 1983, foi presidente do júri no Festival Internacional de Cinema de Berlim e recebeu o Prémio Stanislavsky no Festival de Cinema de Moscovo, em 2005.
Um dos seus últimos trabalhos no cinema foi com Manoel de Oliveira, ao participar na peça teatral O Gebo e a Sombra.
Moreau chegou a realizar um documentário e duas longas-metragens de ficção nas décadas de 1970 e 1980, mas o que a transformou numa estrela foi a participação nos filmes Jules e Jim, em 1962, Os Amantes e no Fim de semana no Ascensor, ambos em 1958.
Pelo trabalho desenvolvido no filme Moderato Cantabile, de Peter Brook, recebeu o prémio de Melhor Atriz no Festival de Cannes, em 1960.
Teresa Nicolau, Luís Vilar - RTP
Foi a primeira mulher eleita para integrar a Academia de Belas Artes do Instituto Francês, há 17 anos, e recebeu um César, o maior prémio do cinema francês, pela participação no filme La vieille qui marchait dans la mer, de Laurent Heynemann, em 1991.
Em 1983, foi presidente do júri no Festival Internacional de Cinema de Berlim e recebeu o Prémio Stanislavsky no Festival de Cinema de Moscovo, em 2005.