Cultura
Morreu Omar Sharif, o eterno Doutor Jivago
O ator egípcio Omar Sharif morreu esta tarde de ataque cardíaco num hospital do Cairo. Tinha 83 anos. Atrás de si deixa uma carreira brilhante no cinema, onde ficará para sempre na galeria dos grandes graças à interpretação de personagens como Dr. Jivago, no clássico de 1965, ou Sherif Ali ibn el Kharish, no filme “Lawrence da Arábia”, ambos realizados por David Lean.
Já o tínhamos visto cair fulminado por um coração traiçoeiro na cena final de Doutor Jivago, depois de reencontrar o amor da sua vida, uma Lara Antipova desempenhada por Julie Christie. Esta sexta-feira, Omar Sharif morreu num hospital da capital egípcia, vitimado por um ataque cardíaco, comunicou o seu empresário à BBC.Em 2004 ganhou o Cesar para melhor ator (prémio do cinema francês
equivalente ao Óscar) com a interpretação no filme
francês "Monsieur Ibrahim et Les Fleurs du Coran".
Já em maio, o agente do ator havia revelado que Omar Sharif sofria de Alzheimer, estando “ao cuidado do filho, Tarek”.
Nascido na Alexandria, Omar Sharif foi uma das maiores estrelas de cinema na década de 1960. Em 1962 ganhou fama ao ser nomeado para o Óscar de melhor ator secundário graças ao desempenho em “Lawrence da Arábia”, onde contracenou ao lado de Peter O'Toole.
Cinco anos depois vestiu a pele de Dr. Jivago na adaptação do clássico da literatura russa de Boris Pasternak.
Mas a sua fama mundial não se ficou pelo cinema, já que foi também um exímio jogador de bridge. Escreveu, aliás, vários livros sobre este jogo de cartas.
Já em maio, o agente do ator havia revelado que Omar Sharif sofria de Alzheimer, estando “ao cuidado do filho, Tarek”.
Nascido na Alexandria, Omar Sharif foi uma das maiores estrelas de cinema na década de 1960. Em 1962 ganhou fama ao ser nomeado para o Óscar de melhor ator secundário graças ao desempenho em “Lawrence da Arábia”, onde contracenou ao lado de Peter O'Toole.
Cinco anos depois vestiu a pele de Dr. Jivago na adaptação do clássico da literatura russa de Boris Pasternak.
Mas a sua fama mundial não se ficou pelo cinema, já que foi também um exímio jogador de bridge. Escreveu, aliás, vários livros sobre este jogo de cartas.