Prémio Branquinho da Fonseca para Rui Miguel Cerqueira Coelho e Geremias José Mendoso

O Prémio Branquinho da Fonseca distinguiu, por unanimidade, os autores Rui Miguel Cerqueira Coelho e Geremias José Mendoso, respetivamente, nas modalidades Infantil e Juvenil, foi hoje anunciado.

Lusa /

A obra "A Migração das Alforrecas" valeu a distinção a Rui Miguel Cerqueira Coelho, e, na modalidade Juvenil, a obra vencedora foi "O gato que chora como pessoa", do moçambicano Geremias José Mendoso.

Ao galardão concorreram 53 obras, na modalidade Infantil, e 66 na Juvenil, todas inéditas, tendo ainda o júri decidido entregar uma Menção Especial a "Esta cobra não pode perder a pele", de Ana Catarina Milhazes.

O Prémio Branquinho da Fonseca é uma iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian e do semanário Expresso, tendo o júri sido constituído por Ana Maria Magalhães, Rita Taborda Duarte, José António Gomes, Henrique Monteiro, em representação do Expresso, e Maria Helena Melim Borges, pela fundação.

O prémio, que tem como objetivo incentivar o aparecimento de jovens escritores de literatura infantil e juvenil, tem o valor de 5.000 euros, em cada modalidade, e inclui publicação da obra, sendo entregue no próximo dia 12 de novembro, às 18:00, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

A fundação patrocina ainda a entrega de 500 exemplares de cada título a diferentes bibliotecas nacionais.

 

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