Primeira Bienal de Arte de Gaia arranca no fim de semana com 17 inaugurações

Vila Nova de Gaia, Porto, 09 jul (Lusa) -- A primeira Bienal de Arte de Vila Nova de Gaia vai iniciar-se no próximo fim de semana com a abertura de 17 exposições, no começo de um evento que a autarquia espera que transforme Gaia "num polo da cultura".

Lusa /

Em comunicado, a organização, a cargo da Artistas de Gaia -- Cooperativa Cultural e da Câmara Municipal de Gaia, recorda que a abertura oficial da bienal vai decorrer às 10:00 de sábado, no Mosteiro da Serra do Pilar, com um primeiro momento de inaugurações de três exposições, "duas antológicas, de homenagem a Jaime Isidoro e a José Rodrigues, artistas homenageados desta primeira edição, e uma dedicada a `Livros de artista`".

"Queremos, degrau a degrau, edição a edição, uma bienal que defenda os artistas e que contribua para o desenvolvimento da arte, não só a nível de Gaia, mas também da Área Metropolitana do Porto e do país. Queremos que esta bienal contribua para que Gaia seja a cidade das artes, a capital das artes", referiu o diretor da primeira Bienal de Arte de Gaia, Agostinho Santos.

No mesmo sentido vão as declarações do presidente da câmara, Eduardo Vítor Rodrigues, que disse esperar que este momento seja o "início de um processo duradouro que transforme Gaia num polo da cultura no Norte e no país".

A programação da bienal também passa pelo outro lado do rio Douro, com mostras na Fábrica Social e na Casa das Artes.

"A I Bienal de Arte de Gaia expõe obras de 433 artistas de diversos estilos e expressões. A iniciativa percorre diversos equipamentos culturais de Gaia, como o Mosteiro da Serra do Pilar, a biblioteca e o auditório municipais, a Casa-Museu Teixeira Lopes, o Convento Corpus Christi ou o Mosteiro de Grijó, e chega também ao Porto, nomeadamente à Fábrica Social/Fundação José Rodrigues e à Casa das Artes", enumera o comunicado.

Em março deu-se a inauguração do Gabinete da I Bienal de Arte, um evento que pretende homenagear os artistas locais e através do qual Gaia entrará "no mapa" da cultura, frisou, na altura, um dos padrinhos Pedro Abrunhosa.

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