Cultura
Pussy Riot conta a verdade sobre o conflito na Ucrânia
O coletivo russo Pussy Riot dá esta quarta-feira, na Casa da Música, no Porto, o primeiro de dois concertos em Portugal, que prometem ser um “manifesto” para o público ouvir a “verdade” sobre o que se passa na Rússia e na Ucrânia, com vídeos, teatro e música.
Hoje, no Porto, e na quinta-feira, no Capitólio, em Lisboa, as Pussy Riot apresentam-se no contexto da digressão europeia que estão a realizar para angariar fundos para a Ucrânia, em particular para o novo Hospital Pediátrico de Kiev.
Fundadas em 2011, as Pussy Riot tornaram-se conhecidas um ano depois, quando três dos seus membros foram detidas na sequência de uma atuação contra o presidente da Rússia, Vladimir Putin, numa igreja de Moscovo. Foram acusadas e condenadas a dois anos de cadeia por "vandalismo motivado por ódio religioso".
Duas das integrantes do coletivo foram, desde então, classificadas "agentes estrangeiros" pelo Estado russo. Maria Alekhina, uma das três presas em 2012, e que esta semana atuará em Portugal, foi detida seis vezes desde o verão passado, tendo abandonado a Rússia, sob disfarce, em abril.
Fundadas em 2011, as Pussy Riot tornaram-se conhecidas um ano depois, quando três dos seus membros foram detidas na sequência de uma atuação contra o presidente da Rússia, Vladimir Putin, numa igreja de Moscovo. Foram acusadas e condenadas a dois anos de cadeia por "vandalismo motivado por ódio religioso".
Duas das integrantes do coletivo foram, desde então, classificadas "agentes estrangeiros" pelo Estado russo. Maria Alekhina, uma das três presas em 2012, e que esta semana atuará em Portugal, foi detida seis vezes desde o verão passado, tendo abandonado a Rússia, sob disfarce, em abril.