Quadro de José Malhoa assinado vai à praça por 25.000 euros

Um quadro a óleo de José Malhoa, intitulado "Eureka", com uma carta manuscrita e assinada pelo autor no verso, vai dia 28 à praça com uma base de licitação de 25.000 euros, na Cabral Moncada Leilões.

Agência LUSA /

O leilão de pintura portuguesa, antiguidades, obras de arte e pratas é "abrangente em termos de tipo e de valor de peças", adiantou à Agência Lusa Pedro Maria de Alvim, sócio gerente da Cabral Moncada, acrescentando que "há peças para todas as bolsas".

Integrando um total de 1.227 lotes, o leilão realiza-se em quatro dias, sempre com início às 21:30, estando as peças organizadas em sessões de acordo com as suas características e interesse.

De acordo com Pedro Maria de Alvim, no primeiro dia vão à praça sobretudo pintura e mobiliário portugueses, a segunda sessão é mais "generalista, sem uma incidência especial", a terceira integra peças de interesse internacional e o último dia é dedicado às pratas.

Das porcelanas da China, da Companhia das Índias, área que o considera "muito importante nos leilões portugueses de arte", Pedro Maria de Alvim destaca uma "molheira rara mandada fazer para comemorar a estátua D. José I", bem como as peças com armas de famílias portuguesas.

Entre as pratas vão à praça uma salva de pé D. João V, com uma base de licitação de 6.000 euros, e um gomil (jarro) D. José, avaliado em entre 7.500 e 11.250 euros.

Contudo, o destaque entre as peças mais raras vai para um talher individual de mesa de viagem russo, em prata dourada, do Século XIX.

O leilão decorre nos dias 28 e 29 de Novembro e 05 e 06 de Dezembro e as peças vão estar em exposição durante os cinco dias anteriores: quarta e quinta-feira, das 10:00 às 20:00, sexta e sábado, das 10:00 às 24:00, e domingo, das 15:00 às 20:00.

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