Cultura
Quando os Simpsons profetizavam uma presidência de Trump
Há 16 anos, um episódio dos Simpsons retratava uma América recém-saída de uma presidência trumpiana. O que na altura pareceu um exercício de política ficção passaria agora por futurologia. Se os Simpsons acertarem, a perspectiva não é nada animadora.
O site The Hollywood Reporter (THR) cita o guionista Dan Greaney, um dos criadores da mítica série sobre a família Simpson, a dizer que aquele episódio de Março de 2000 "era um aviso à América (...) E este parecia ser o último degrau lógico antes de bater no fundo. Foi feito porque era consistente com a visão da América a enlouquecer".
Trata-se de um episódio em que Bart Simpson tem uma visão do seu futuro como um falhado, ao passo que a sua irmã, Lisa, ganha as eleições presidenciais e se torna a primeira mulher inquilina da Casa Branca por mérito próprio.
Antes dela, foi presidente o próprio Donald Trump - já então conhecido nas suas ambições presidenciais, por uma candidatura que apresentou em 1999, sob a chancela do Reform Party, mas da qual desistiu em Fevereiro de 2000, um mês antes da transmissão do episódio.
Na ficção simpsoniana daquele tempo, Lisa chega à Casa Branca e encontra tudo de pantanas e diz à sua equipa: "Como sabem, herdámos um descalabro orçamental do presidente Trump".
Retrospectivamente, Greaney explica agora a THR: "O importante é que Lisa chega à presidência quando a América está encostada à parede e foi nessa situação que Trump deixou a presidência". E revela, sobre o modus operandi do guionista: "O que precisávamos era que Lisa se deparasse com problemas que a excedessem, que tudo corresse o pior possível, e é por isso pusemos Trump como presidente antes dela".
Trata-se de um episódio em que Bart Simpson tem uma visão do seu futuro como um falhado, ao passo que a sua irmã, Lisa, ganha as eleições presidenciais e se torna a primeira mulher inquilina da Casa Branca por mérito próprio.
Antes dela, foi presidente o próprio Donald Trump - já então conhecido nas suas ambições presidenciais, por uma candidatura que apresentou em 1999, sob a chancela do Reform Party, mas da qual desistiu em Fevereiro de 2000, um mês antes da transmissão do episódio.
Na ficção simpsoniana daquele tempo, Lisa chega à Casa Branca e encontra tudo de pantanas e diz à sua equipa: "Como sabem, herdámos um descalabro orçamental do presidente Trump".
Retrospectivamente, Greaney explica agora a THR: "O importante é que Lisa chega à presidência quando a América está encostada à parede e foi nessa situação que Trump deixou a presidência". E revela, sobre o modus operandi do guionista: "O que precisávamos era que Lisa se deparasse com problemas que a excedessem, que tudo corresse o pior possível, e é por isso pusemos Trump como presidente antes dela".