Cultura
Raul Solnado homenageado no Villaret com "Isto é que me dói!"
José Raposo juntou a família e no Teatro Villaret entra em cena com a peça "Isto é me dói!" num texto do brasileiro Paulo Pontes onde o público pode rir com as graças e desgraças de um país hospitalizado numa agradável homenagem ao grande comediante que foi Raul Solnado.
Entou em cena a 30 dezembro, fez a passagem do ano em festa e continua a fazer rir um público que enche a sala do Villaret para assistir a uma peça onde as peripécias de um ator internado num hospital público fazem as delícias de quem assiste numa homenagem a quem há 35 anos fez rir um país: Raul Solnado.
Agora chegou a vez de José Raposo, acompanhado de um fantástico elenco, entrar em cena no Teatro Villaret com “Isto é que me dói”, 35 anos depois de o grande Raul Solnado ter interpretado esta extraordinária comédia clássica no Teatro Variedades.
"Pela admiração que sempre nutri por ele [Raul Solnado], decidi produzir a peça (com a Sara Barradas) no Teatro Villaret e interpretar este “Zé Tiago”, uma personagem de uma tremenda humanidade (como o Raul!), que combate até ao fim pela “única coisa que lhe resta que é o seu corpo”, mas acaba derrotado pelo sistema", referia José Raposo.
Agora, o texto do brasileiro Paulo Pontes ganha nova vida para mostrar no palco as peripécias do internamento de um ator num hospital público numa peça brilhante, acutilante e muito atual que reúne um elenco composto por José Raposo, Sara Barradas, Fátima Severino, Miguel Raposo, Ricardo Raposo, Joel Branco – que já em 1977 tinha feito parte do espectáculo – como ator convidado e a participação especial de Joaquim Nicolau.
A encenação estará a cargo de outro grande nome do teatro ligeiro, Francisco Nicholson, com a assistência de Frederico Corado.
Para ver até 31 de março de quarta-feira a sábado, às 21.30 horas, e ainda aos sábados e domingos às 16 horas.
Agora chegou a vez de José Raposo, acompanhado de um fantástico elenco, entrar em cena no Teatro Villaret com “Isto é que me dói”, 35 anos depois de o grande Raul Solnado ter interpretado esta extraordinária comédia clássica no Teatro Variedades.
"Pela admiração que sempre nutri por ele [Raul Solnado], decidi produzir a peça (com a Sara Barradas) no Teatro Villaret e interpretar este “Zé Tiago”, uma personagem de uma tremenda humanidade (como o Raul!), que combate até ao fim pela “única coisa que lhe resta que é o seu corpo”, mas acaba derrotado pelo sistema", referia José Raposo.
Agora, o texto do brasileiro Paulo Pontes ganha nova vida para mostrar no palco as peripécias do internamento de um ator num hospital público numa peça brilhante, acutilante e muito atual que reúne um elenco composto por José Raposo, Sara Barradas, Fátima Severino, Miguel Raposo, Ricardo Raposo, Joel Branco – que já em 1977 tinha feito parte do espectáculo – como ator convidado e a participação especial de Joaquim Nicolau.
A encenação estará a cargo de outro grande nome do teatro ligeiro, Francisco Nicholson, com a assistência de Frederico Corado.
Para ver até 31 de março de quarta-feira a sábado, às 21.30 horas, e ainda aos sábados e domingos às 16 horas.