Cultura
Site de encontros amorosos sofre ataque de hackers
Ashley Madison é uma plataforma online que se dedica a proporcionar encontros amorosos e relações extra conjugais. Na terça-feira, os dados dos seus utilizadores foram divulgados por uma equipa de especialistas em roubo de informação.
“A vida é curta. Tenha um caso”, este é o slogan da plataforma que, segundo o Guardian, não chegou a verificar se as informações eram verdadeiras.
Os dados publicados incluem perfis de namoro com nomes, endereços, números de telefone, palavras-passe e números de cartões de crédito.
Na terça-feira à noite, também foram tornadas públicas as descrições dos utilizadores, o peso e a altura. Em causa estão quase 37 milhões de utilizadores do site de infidelidade Ashley Madison.
O arquivo de dez gigabytes foi publicado em BitTorrent – uma tecnologia que permite o armazenamento de grandes quantidades de informação.
A divulgação dos dados conduziu a uma enorme pesquisa de nomes por parte de pessoas que suspeitam que os seus parceiros usam a página online.
O jornal inglês confirmou que o endereço de e-mail que um jornalista, que se inscreveu na plataforma para investigar, constava na base de dados.
“Explicamos a fraude, o engano e a estupidez”
Os hackers, que são chamados de Impact Team, roubaram os dados no mês passado e exigiram que o Ashley Madison fosse eliminado. Caso contrário, divulgariam a informação dentro de 30 dias.
“Nós explicamos a fraude, o engano e a estupidez do Ashley Madison e dos seus membros. Agora o mundo inteiro vai ver os seus dados”, escreveu a Impact Team no comunicado onde anexou a lista de utilizadores.
Perante a situação, a plataforma de relações amorosas afirmou: “É um ato de criminalidade. É uma ação ilegal contra os membros individuais do AshleyMadison.com”.
O líder mundial de encontros discretos para pessoas casadas, tal como é descrito no site oficial, anunciou que não vai “ficar de braços cruzados”.
Os dados parecem verdadeiros
Vários investigadores de segurança, que têm vindo a analisar os dados, estão a suspeitar que o arquivo é real. Apesar disso, ainda não existiu confirmação por parte dos administradores do Madison.
“Estamos ativamente a monitorizar e a investigar esta situação para determinar a validade de qualquer informação publicada online e vamos continuar a dedicar recursos significativos a este esforço”, anunciaram.
Durante algum tempo, o Ashley Madison não verificou as contas de e-mail, facto que deu aso à criação de perfis falsos. Como consequência, apareceram mais de 100 endereços de membros do Governo norte-americano.
“Eu podia ter criado uma conta com o endereço barack.obama@whitehouse.org, mas isso não significa que Obama seja um utilizador”, alertaram os responsáveis.
George Anderson, diretor de uma empresa de segurança cibernauta, explicou: “A moral dos leitores pode levá-los a um conflito entre ver este grupo de hackers como bom ou mau, mas a verdade é que a Impact Team obteve ilegalmente informações pessoais sensíveis”.
Os dados publicados incluem perfis de namoro com nomes, endereços, números de telefone, palavras-passe e números de cartões de crédito.
Na terça-feira à noite, também foram tornadas públicas as descrições dos utilizadores, o peso e a altura. Em causa estão quase 37 milhões de utilizadores do site de infidelidade Ashley Madison.
O arquivo de dez gigabytes foi publicado em BitTorrent – uma tecnologia que permite o armazenamento de grandes quantidades de informação.
A divulgação dos dados conduziu a uma enorme pesquisa de nomes por parte de pessoas que suspeitam que os seus parceiros usam a página online.
O jornal inglês confirmou que o endereço de e-mail que um jornalista, que se inscreveu na plataforma para investigar, constava na base de dados.
“Explicamos a fraude, o engano e a estupidez”
Os hackers, que são chamados de Impact Team, roubaram os dados no mês passado e exigiram que o Ashley Madison fosse eliminado. Caso contrário, divulgariam a informação dentro de 30 dias.
“Nós explicamos a fraude, o engano e a estupidez do Ashley Madison e dos seus membros. Agora o mundo inteiro vai ver os seus dados”, escreveu a Impact Team no comunicado onde anexou a lista de utilizadores.
Perante a situação, a plataforma de relações amorosas afirmou: “É um ato de criminalidade. É uma ação ilegal contra os membros individuais do AshleyMadison.com”.
O líder mundial de encontros discretos para pessoas casadas, tal como é descrito no site oficial, anunciou que não vai “ficar de braços cruzados”.
Os dados parecem verdadeiros
Vários investigadores de segurança, que têm vindo a analisar os dados, estão a suspeitar que o arquivo é real. Apesar disso, ainda não existiu confirmação por parte dos administradores do Madison.
“Estamos ativamente a monitorizar e a investigar esta situação para determinar a validade de qualquer informação publicada online e vamos continuar a dedicar recursos significativos a este esforço”, anunciaram.
Durante algum tempo, o Ashley Madison não verificou as contas de e-mail, facto que deu aso à criação de perfis falsos. Como consequência, apareceram mais de 100 endereços de membros do Governo norte-americano.
“Eu podia ter criado uma conta com o endereço barack.obama@whitehouse.org, mas isso não significa que Obama seja um utilizador”, alertaram os responsáveis.
George Anderson, diretor de uma empresa de segurança cibernauta, explicou: “A moral dos leitores pode levá-los a um conflito entre ver este grupo de hackers como bom ou mau, mas a verdade é que a Impact Team obteve ilegalmente informações pessoais sensíveis”.