Cultura
Teatro de Carnide veste o fraque para falar de amor
"Fraque: O amor em tempos de cobrança" é a nova produção do Teatro de Carnide, que faz parte do bairro lisboeta com o mesmo nome há quase 100 anos. A peça, que assinala o fim das obras e o centenário do Teatro de Carnide, está em cena de quinta a sábado. Com autoria e encenação de Sofia Ângelo, a peça de teatro fica em cena até dia 26 deste mês.
Nas franjas de Lisboa, o Teatro de Carnide, fundado em 1913, conserva ainda o velho conceito de boa vizinhança, participativa e solidária com a vida cultural.
Os atores, a encenadora e a equipa técnica são, salvo excepções, da casa, isto é, de Carnide. Trabalham por amor a arte e sem fins lucrativos e mantêm vivo o mais antigo grupo amador de teatro do país.
Para chegar a Carnide, passa-se nas azinhagas e hortas da zona histórica até que uma porta se destaca. É a única aberta ao público entre o casario.
As obras de requalificação aumentaram-lhe espaço de entrada. O público fica a conversar, bebe café e deixa-se ficar até altas horas. As remodelações também atingiram os camarins e o palco, que continua negro, e com cadeiras vermelhas estilo "vintage".
Na peça "Fraque: O amor em tempos de cobrança", um cobrador, um apaixonado e uma "arranca corações" percorrem um caminho onde os afetos são dívidas.
João Borges de Oliveira, o homem de fraque, divide a cena com Rita Martins, prostituta, e Pedro Loureiro, rapaz caído de amores por quem não o deseja.
Os três traçam, com metros de fita elástica, a geografia de sentimentos de raiva, desilusão e paixão, com laivos de teatro do absurdo e um cenário minimalista.
A peça tem encenação e autoria de Sofia Ângelo e fica em cena até dia 26 de novembro. As apresentações decorrem de quinta a sábado e começam às 21h30.
Os bilhetes custam 6 euros (preço normal) e 5 euros para profissionais das artes do espetáculo, menores de 25 e maiores de 65 anos.
Os atores, a encenadora e a equipa técnica são, salvo excepções, da casa, isto é, de Carnide. Trabalham por amor a arte e sem fins lucrativos e mantêm vivo o mais antigo grupo amador de teatro do país.
Para chegar a Carnide, passa-se nas azinhagas e hortas da zona histórica até que uma porta se destaca. É a única aberta ao público entre o casario.
As obras de requalificação aumentaram-lhe espaço de entrada. O público fica a conversar, bebe café e deixa-se ficar até altas horas. As remodelações também atingiram os camarins e o palco, que continua negro, e com cadeiras vermelhas estilo "vintage".
Na peça "Fraque: O amor em tempos de cobrança", um cobrador, um apaixonado e uma "arranca corações" percorrem um caminho onde os afetos são dívidas.
João Borges de Oliveira, o homem de fraque, divide a cena com Rita Martins, prostituta, e Pedro Loureiro, rapaz caído de amores por quem não o deseja.
Os três traçam, com metros de fita elástica, a geografia de sentimentos de raiva, desilusão e paixão, com laivos de teatro do absurdo e um cenário minimalista.
A peça tem encenação e autoria de Sofia Ângelo e fica em cena até dia 26 de novembro. As apresentações decorrem de quinta a sábado e começam às 21h30.
Os bilhetes custam 6 euros (preço normal) e 5 euros para profissionais das artes do espetáculo, menores de 25 e maiores de 65 anos.