Cultura
"Vai Dar Banho ao Cão" é sucesso a não perder
Óscar Branco chegou a Lisboa para conquistar o público da revista à portuguesa. Num espetáculo a não perder no Teatro Villaret, a revista "Vai Dar Banho ao Cão" prova que com inteligência e humor a revista não terá fim. Aproveitem até ao final de Julho, de quinta a domingo.
A comédia "Vai Dar Banho ao Cão", de Óscar Branco, chegou a Lisboa e nem o precalço da queda do tecto do teatro Maria Vitória, que levou ao adiamento da estreia por vários dias, desanimou quem queria mostrar que afinal ainda é possível fazer da revista à portuguesa um espetáculo de sucesso.
Em substituição do Maria Vitória foi encontrado o Teatro Villaret que recebeu de braços abertos esta revista, musical ou chamem-lhe o que quiserem, como refere a produção.
Bem lhe podem chamar qualquer nome mas “Vai Dar Banho ao Cão” é a garantia de passar quase duas horas de riso e com o espetador a chegar ao fim, quem o diz é a produção, uma vez mais com razão, com uma bagagem cultural suficiente para não precisar de ir ao teatro nos próximos 50 anos.
Sob a direcção artística e económica e cenário (negro) de Perez Troika, começa então a contar-se a mais ou menos verdadeira história da cidade de Lisboa em cem mil anos de aventuras e paixão.
A história começa em plena idade da pedra e, avançando no tempo passa pela conquista de Lisboa, contada por Martim Moniz “O Entalado”, a saga dos descobrimentos, o cinema dos anos 40, as noivas de Santo António e, como não podia deixar de ser, o Pátio das Cantigas em pleno século XXI.
Com direção - excelente, diga-se - de Óscar Branco, que é também o autor dos textos originais para a sua própria interpretação, Óscar faz-se ainda acompanhar de brilhantes desempenhos de Cristina Oliveira, Margarida Videira e António Machado e ainda daquele que, para nós, é a grande revelação do espetaculo, Fernando Fernandes, tanto na vertente de ator como na de cantor.
Em substituição do Maria Vitória foi encontrado o Teatro Villaret que recebeu de braços abertos esta revista, musical ou chamem-lhe o que quiserem, como refere a produção.
Bem lhe podem chamar qualquer nome mas “Vai Dar Banho ao Cão” é a garantia de passar quase duas horas de riso e com o espetador a chegar ao fim, quem o diz é a produção, uma vez mais com razão, com uma bagagem cultural suficiente para não precisar de ir ao teatro nos próximos 50 anos.
Sob a direcção artística e económica e cenário (negro) de Perez Troika, começa então a contar-se a mais ou menos verdadeira história da cidade de Lisboa em cem mil anos de aventuras e paixão.
A história começa em plena idade da pedra e, avançando no tempo passa pela conquista de Lisboa, contada por Martim Moniz “O Entalado”, a saga dos descobrimentos, o cinema dos anos 40, as noivas de Santo António e, como não podia deixar de ser, o Pátio das Cantigas em pleno século XXI.
Com direção - excelente, diga-se - de Óscar Branco, que é também o autor dos textos originais para a sua própria interpretação, Óscar faz-se ainda acompanhar de brilhantes desempenhos de Cristina Oliveira, Margarida Videira e António Machado e ainda daquele que, para nós, é a grande revelação do espetaculo, Fernando Fernandes, tanto na vertente de ator como na de cantor.