Presidente de movimento católico laico excomungada pelo Papa

Martha Heizer, a presidente austríaca do movimento "Nós somos Igreja", foi castigada pela Igreja com a pena máxima - a excomunhão, que a proíbe de exercer cargos da igreja e também de receber quaisquer sacramentos. O processo contra Heizer e seu marido, Gert, decorria há três anos, desde o pontificado de Bento XVI.

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Martha Heizer, em conferência de imprensa do movimento "Nós somos Igreja" (foto de 2005) Leonhard Foeger, Reuters

O motivo para a medida punitiva mais drástica que actualmente prevê a Igreja foi a celebração de missas privadas por Martha e Gert sem a presença de sacerdotes, em sua casa, no Tirol. Ambos se declararam inconformados com a decisão do Vaticano e recusaram receber o documento que lhes anunciava a excomunhão.

O movimento "Nós somos igreja" defende reformas da Igreja num sentido que classifica como sendo o da sua democratização, nomeadamente a abolição do celibato dos padres e a possibilididade de ordenação de mulheres como sacerdotisas.

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