Economia
Abrandamento no emprego e no crescimento económico na zona euro
Os crescimentos da economia e do desemprego sofreram em 2019 uma desaceleração, divulgou esta terça-feira o Eurostat. O gabinete de estatísticas da União Europeia refere que estas subidas são inferiores ao ano anterior.
Na Zona Euro, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,2 por cento e no conjunto da União Europeia 1,5 por cento em 2019, segundo os dados do Eurostat, que indica que foi o valor mais baixo dos últimos seis anos. O crescimento registado, comparando com as subidas de 2018, de 1,9 por cento e 2,1 por cento na zona euro e na União Europeia, respetivamente, recuou aos níveis de 2013.
No último trimestre de 2019, o PIB da Zona Euro subiu um por cento em termos homólogos, ao passo que o da UE a 27 aumentou 1,2 por cento. Quanto à variação em cadeia, a economia da Zona Euro cresceu 0,1 por cento e a da UE 0,2 face ao trimestre anterior.
No último trimestre de 2019, o PIB da Zona Euro subiu um por cento em termos homólogos, ao passo que o da UE a 27 aumentou 1,2 por cento. Quanto à variação em cadeia, a economia da Zona Euro cresceu 0,1 por cento e a da UE 0,2 face ao trimestre anterior.
Portugal foi o nono Estado-membro com uma maior variação trimestral no último período de 2019, sendo que no último trimestre do ano passado o PIB subiu 2,2 por cento em termos homólogos e 0,7 por cento na variação trimestral.
Emprego atinge "níveis mais altos" já registados
No ano passado, o emprego cresceu 1,2 por cento na Zona Euro e um por cento no conjunto da União Europeia, segundo os dados referentes do Eurostat. No entanto, estas percentagens, comparadas com o conjunto de 2018 – 1,5 por cento e 1,4 por cento, respetivamente – são inferiores.
O gabinete europeu de estatísticas indica que, no quarto trimestre de 2019, o emprego na Zona Euro subiu 1,1 por cento em termo homólogos e 0,3 por cento comparativamente ao trimestre anterior. Já na União Europeia, no mesmo período, o emprego aumentou um por cento em termos homólogos e 0,3 por cento na comparação trimestral.
Quanto a Portugal, a Eurostat precisa que houve uma subida homóloga de 0,2 por cento, mas que na variação em cadeia houve uma estabilização no quarto trimestre do ano passado, sendo o único Estado-membro a manter níveis de emprego estáveis nesse período, face ao trimestre anterior.
De acordo com o Eurostat, estes "são os níveis mais altos de emprego já registados nas duas áreas". Os dados divulgados esta terça-feira indicam ainda que, no último trimestre de 2019 havia 209,3 milhões de pessoas empregadas na UE a 27, das quais 160,7 milhões na zona euro.
No ano passado, o emprego cresceu 1,2 por cento na Zona Euro e um por cento no conjunto da União Europeia, segundo os dados referentes do Eurostat. No entanto, estas percentagens, comparadas com o conjunto de 2018 – 1,5 por cento e 1,4 por cento, respetivamente – são inferiores.
O gabinete europeu de estatísticas indica que, no quarto trimestre de 2019, o emprego na Zona Euro subiu 1,1 por cento em termo homólogos e 0,3 por cento comparativamente ao trimestre anterior. Já na União Europeia, no mesmo período, o emprego aumentou um por cento em termos homólogos e 0,3 por cento na comparação trimestral.
Quanto a Portugal, a Eurostat precisa que houve uma subida homóloga de 0,2 por cento, mas que na variação em cadeia houve uma estabilização no quarto trimestre do ano passado, sendo o único Estado-membro a manter níveis de emprego estáveis nesse período, face ao trimestre anterior.
De acordo com o Eurostat, estes "são os níveis mais altos de emprego já registados nas duas áreas". Os dados divulgados esta terça-feira indicam ainda que, no último trimestre de 2019 havia 209,3 milhões de pessoas empregadas na UE a 27, das quais 160,7 milhões na zona euro.
c/ Lusa