Economia
Accionistas apelam à paz e estabilidade do banco à entrada para a AG da instituição
Porto, 15 Jan (Lusa) - Os accionistas do BCP destacaram hoje, à entrada para a assembleia-geral (AG) do banco no Porto, a necessidade de estabilidade e pacificação interna da instituição independentemente do resultado da reunião.
"Espero que se resolva o problema do banco através dos accionistas porque esta tem de ser a AG da solução. O que interessa é que o banco entre num período de estabilidade", afirmou o representante da Teixeira Duarte, Rogério Alves.
O advogado falava aos jornalistas à entrada para o edifício da Alfândega, no Porto, onde hoje Miguel Cadilhe e Carlos Santos Ferreira disputam a liderança do maior banco privado português.
Para Rogério Alves, é preciso que "o banco possa funcionar, que os accionistas cumpram o seu dever de tomar conta da instituição, votem e a partir daí os órgãos eleitos prossigam a sua tarefa".
Na mesma linha, o empresário madeirense Joe Berardo - apoiante assumido da lista de Santos Ferreira - afirmou também que "não há alternativa, a paz tem de voltar à instituição".
Miguel Cadilhe falou igualmente aos jornalistas momentos antes do início da AG, para assumir uma muito provável derrota da lista que lidera, mas acima de tudo, valorizar o papel por si assumido neste processo.
"Há derrotas que são vitórias. O que me moveu foi uma questão de princípios e a minha vitória já foi conseguida", frisou.
Bagão Félix - que integra a lista de Cadilhe - acrescentou, a este respeito, ser necessário que deste processo eleitoral do BCP saia uma "ampla coesão" e que a instituição fique "bem entregue a quem ganhar".
Um outro elemento da lista dos ex-ministros das Finanças, Rui Horta e Costa, afirmou não haver "problema nenhum" na eventual derrota de Miguel Cadilhe, mas destacou que a pacificação da instituição "depende dos accionistas".
"Acho que o banco precisa de paz, precisa de calma", concluiu.
ICO/PD/ANP
O advogado falava aos jornalistas à entrada para o edifício da Alfândega, no Porto, onde hoje Miguel Cadilhe e Carlos Santos Ferreira disputam a liderança do maior banco privado português.
Para Rogério Alves, é preciso que "o banco possa funcionar, que os accionistas cumpram o seu dever de tomar conta da instituição, votem e a partir daí os órgãos eleitos prossigam a sua tarefa".
Na mesma linha, o empresário madeirense Joe Berardo - apoiante assumido da lista de Santos Ferreira - afirmou também que "não há alternativa, a paz tem de voltar à instituição".
Miguel Cadilhe falou igualmente aos jornalistas momentos antes do início da AG, para assumir uma muito provável derrota da lista que lidera, mas acima de tudo, valorizar o papel por si assumido neste processo.
"Há derrotas que são vitórias. O que me moveu foi uma questão de princípios e a minha vitória já foi conseguida", frisou.
Bagão Félix - que integra a lista de Cadilhe - acrescentou, a este respeito, ser necessário que deste processo eleitoral do BCP saia uma "ampla coesão" e que a instituição fique "bem entregue a quem ganhar".
Um outro elemento da lista dos ex-ministros das Finanças, Rui Horta e Costa, afirmou não haver "problema nenhum" na eventual derrota de Miguel Cadilhe, mas destacou que a pacificação da instituição "depende dos accionistas".
"Acho que o banco precisa de paz, precisa de calma", concluiu.
ICO/PD/ANP