Economia
Accionistas da PT recusam desblindar estatutos e põem fim à OPA
Os accionistas da Portugal Telecom (PT) reunidos na assembleia geral extraordinária da empresa recusaram a desblindagem dos estatutos da empresa, pondo fim à OPA lançada pela Sonaecom.
O representante de um dos accionistas presentes na assembleia geral disse que 46,58 por cento do capital presente votou contra a desblindagem dos estatutos, que era uma condição prévia para o sucesso da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Sonaecom sobre a PT.
Os representantes de 43,9 por cento do capital na assembleia votaram a favor da desblindagem e 9,52 por cento do capital presente absteve-se.
O representante do Estado na assembleia geral, Sérvulo Correia, afirmou, após a votação, que "o Estado aceitou o voto da maioria dos accionistas".
Osório de Castro diz que não vai pedir impugnação
O advogado Osório de Castro, que representou a Sonaecom na assembleia geral extraordinária (AG) da PT, que decorreu em Lisboa, disse aos jornalistas que não vai pedir a impugnação da AG.
Em declarações aos jornalistas ainda antes de ser conhecido o resultado da assembleia geral da PT, que recusou a desblindagem dos estatutos, Osório de Castro tinha afirmado que se a OPA (Oferta Pública de Aquisição) caísse "não seria uma decisão de um tribunal daqui a algum tempo que iria mudar as coisas".
Na interrupção dos trabalhos, o advogado tinha dito que se a desblindagem não passasse, como acabou por acontecer, a OPA caía.
Os representantes de 43,9 por cento do capital na assembleia votaram a favor da desblindagem e 9,52 por cento do capital presente absteve-se.
O representante do Estado na assembleia geral, Sérvulo Correia, afirmou, após a votação, que "o Estado aceitou o voto da maioria dos accionistas".
Osório de Castro diz que não vai pedir impugnação
O advogado Osório de Castro, que representou a Sonaecom na assembleia geral extraordinária (AG) da PT, que decorreu em Lisboa, disse aos jornalistas que não vai pedir a impugnação da AG.
Em declarações aos jornalistas ainda antes de ser conhecido o resultado da assembleia geral da PT, que recusou a desblindagem dos estatutos, Osório de Castro tinha afirmado que se a OPA (Oferta Pública de Aquisição) caísse "não seria uma decisão de um tribunal daqui a algum tempo que iria mudar as coisas".
Na interrupção dos trabalhos, o advogado tinha dito que se a desblindagem não passasse, como acabou por acontecer, a OPA caía.