Economia
Agricultores portugueses recebem 1,5 milhões de euros para práticas sustentáveis
Um grupo de agricultores portugueses vai receber um milhão e meio de euros para apostar em práticas mais sustentáveis com base na agricultura regenerativa. São de Évora, Elvas e Castro Verde, produzem grão de trigo usado em papas infantis e vão receber o dinheiro até 2027.
O valor resulta de um projeto da Nestlé para Portugal e também para Espanha, que, no total, vai investir 4,5 milhões de euros na transição para agricultura regenerativa, um modelo que procura melhorar a saúde do solo, reduzir emissões e tornar a produção agrícola mais resiliente.
A aposta na agricultura resulta de uma análise à cadeia de valor da empresa, explica Beatriz Guimarães, responsável pela área de sustentabilidade da Nestlé. "Mais de 70% das nossas emissões estão na agricultura e na forma como produzimos os ingredientes". Foi por isso que a empresa decidiu "voltar aos campos e aos agricultores" para cumprir o objetivo de atingir emissões zero até 2050.
Para Beatriz Guimarães, este modelo de agricultura não representa necessariamente uma rutura com o passado. "A agricultura regenerativa não é mais do que voltar ao que se fazia antigamente", diz, referindo-se a práticas que procuram regenerar o solo e reduzir a dependência de métodos intensivos.
Além do apoio financeiro aos agricultores, a empresa lançou também uma iniciativa de sensibilização para explicar o conceito ao público. Um autocarro transformado numa exposição itinerante que percorreu vários pontos do país com conteúdos sobre agricultura regenerativa, apresentados de forma simples e interativa.
A escolha de um autocarro não foi aleatória. A responsável de sustentabilidade explica que a ideia foi associar o tema ao movimento e à ação, além de permitir levar a mensagem a diferentes pontos do país. A iniciativa surgiu sob o mote "A agricultura regenerativa move-nos", numa tentativa de aproximar consumidores e agricultores de um tema cada vez mais central na transição ambiental do setor alimentar.
A aposta na agricultura resulta de uma análise à cadeia de valor da empresa, explica Beatriz Guimarães, responsável pela área de sustentabilidade da Nestlé. "Mais de 70% das nossas emissões estão na agricultura e na forma como produzimos os ingredientes". Foi por isso que a empresa decidiu "voltar aos campos e aos agricultores" para cumprir o objetivo de atingir emissões zero até 2050.
Para Beatriz Guimarães, este modelo de agricultura não representa necessariamente uma rutura com o passado. "A agricultura regenerativa não é mais do que voltar ao que se fazia antigamente", diz, referindo-se a práticas que procuram regenerar o solo e reduzir a dependência de métodos intensivos.
Além do apoio financeiro aos agricultores, a empresa lançou também uma iniciativa de sensibilização para explicar o conceito ao público. Um autocarro transformado numa exposição itinerante que percorreu vários pontos do país com conteúdos sobre agricultura regenerativa, apresentados de forma simples e interativa.
A escolha de um autocarro não foi aleatória. A responsável de sustentabilidade explica que a ideia foi associar o tema ao movimento e à ação, além de permitir levar a mensagem a diferentes pontos do país. A iniciativa surgiu sob o mote "A agricultura regenerativa move-nos", numa tentativa de aproximar consumidores e agricultores de um tema cada vez mais central na transição ambiental do setor alimentar.