Apple apresenta lucros recorde graças às vendas do iPhone
O conglomerado tecnológico Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 mil milhões de dólares, que representa um crescimento homólogo de 16%, e o seu aparelho iPhone, motor da empresa, atingiu um máximo de vendas.
A informação contabilística, divulgada depois do fecho de Wall Street, inclui uma faturação recorde de 143,756 mil milhões de dólares, mais 16% homólogos, para o que contribuiu o iPhone, cujas vendas subiram 23% homólogos, para 85,269 mil milhões.
"O iPhone teve o seu melhor trimestre devido a uma procura sem precedentes, com recordes em cada segmento geográfico, e (a unidade de) Serviços também conseguiu uma receita recorde", disse o diretor executivo, Tim Cook, citado no comunicado.
Na videoconferência sobre os resultados, atribuiu a "extraordinária" procura ao iPhone 17 e às suas edições Pro e Pro Max, afirmando que tem o melhor rendimento, e melhor sistema de câmaras e a maior leveza desta linha.
A faturação dos produtos da Apple, incluindo iPhone, Mac e iPad, ascendeu a 113,743 mil milhões de dólares, ao passo que a dos serviços, que abarcam App Store, iCloud e Apple Music, atingiu 30 mil milhões.
Cook detalhou que no mundo existem mais de 2,5 mil milhões de dispositivos da marca da maçã ativos.
Em termos geográficos, todos os espaços registaram aumentos de vendas. No caso da China e outros na envolvência, como Taiwan e Hong Kong, a subida foi de 38%. Nas Américas, que representa o grosso das ventas, foi de 11%.
No final do seu exercício 2025, em outubro - o seu ano fiscal não coincide com o ano civil -, a Apple apresentou um crescimento homólogo de lucro anual em 19%, para 112 mil milhões de dólares, assente no aumento de seis por cento da faturação para um nível inédito de 416 mil milhões.
A Apple tem a terceira maior capitalização bolsista mundial, no valor de 3,8 biliões (milhão de milhões) de dólares.