Economia
Apresentado 1.º computador portátil <i>made in</i> Portugal
O primeiro computador portátil que vai ser totalmente produzido em Portugal chama-se “Magalhães”e destina-se a crianças entre os 6 e os 10 anos. O projecto resulta de uma parceria entre o Governo português, a empresa norte-americana Intel e a portuguesa JP Sá Couto.
O projecto “Magalhães” foi apresentado em simultâneo, esta manhã, em Lisboa, Matosinhos e Sabrosa, terra onde nasceu o navegador português Fernão de Magalhães, no qual é inspirado o portátil.
O computador vai ser produzido em Matosinhos e pode vir a criar cerca mil postos de trabalho. Os primeiros computadores devem estar prontos em Setembro.
Os encarregados de educação dos alunos do ensino básico que não estão abrangidos pela acção social vão pagar 50 euros pelo "Magalhães", enquanto será gratuito para os inseridos no primeiro escalão da acção social escolar. Os alunos inscritos no segundo escalão pagam 20 euros.
Na cerimónia de apresentação da nova parceria, o primeiro-ministro afirmou que nos próximos seis meses serão investidos 400 milhões de euros para impulsionar o Plano Tecnológico.
Esta verba será aplicada na implementação de Internet em todas as salas de aula (o concurso está concluído), no aumento da velocidade de acesso na ligação das escolas, implantação do projecto do cartão de estudante (que visa reduzir a utilização de dinheiro na escola), maior número de computadores, video-projectores e quadros interactivos, assim como o reforço da segurança através da instalação de rede de videovigilância, enumerou José Sócrates.
O presidente da Intel Corporation, Craig Barret, empresa que participa na construção do “Magalhães”, elogiou as parcerias público-privadas da iniciativa do Governo português para o aumento do acesso dos estudantes portugueses ao computador e à Internet.
Numa primeira fase este computador deverá chegar aos 500 mil alunos do ensino básico português. Contudo, as empresas participantes têm o desejo de alargar a sua produção para todo o mundo, de forma a tornar o país num exportador de computadores.
O computador vai ser produzido em Matosinhos e pode vir a criar cerca mil postos de trabalho. Os primeiros computadores devem estar prontos em Setembro.
Os encarregados de educação dos alunos do ensino básico que não estão abrangidos pela acção social vão pagar 50 euros pelo "Magalhães", enquanto será gratuito para os inseridos no primeiro escalão da acção social escolar. Os alunos inscritos no segundo escalão pagam 20 euros.
Na cerimónia de apresentação da nova parceria, o primeiro-ministro afirmou que nos próximos seis meses serão investidos 400 milhões de euros para impulsionar o Plano Tecnológico.
Esta verba será aplicada na implementação de Internet em todas as salas de aula (o concurso está concluído), no aumento da velocidade de acesso na ligação das escolas, implantação do projecto do cartão de estudante (que visa reduzir a utilização de dinheiro na escola), maior número de computadores, video-projectores e quadros interactivos, assim como o reforço da segurança através da instalação de rede de videovigilância, enumerou José Sócrates.
O presidente da Intel Corporation, Craig Barret, empresa que participa na construção do “Magalhães”, elogiou as parcerias público-privadas da iniciativa do Governo português para o aumento do acesso dos estudantes portugueses ao computador e à Internet.
Numa primeira fase este computador deverá chegar aos 500 mil alunos do ensino básico português. Contudo, as empresas participantes têm o desejo de alargar a sua produção para todo o mundo, de forma a tornar o país num exportador de computadores.