Economia
Banco Postal está a nascer
Os CTT vão abrir um novo Banco Postal no final deste ano. A licença já foi aprovada e o investimento rondará os 30 milhões de euros, permitindo criar 100 postos de trabalho.
“A nossa perspetiva é que o Banco Postal irá necessitar de 100 trabalhadores novos que iremos buscar ao mercado para consolidar as nossas capacidades na área de serviços financeiros”, disse ao online da RTP André Gorjão Costa, administrador financeiro dos CTT e um dos responsáveis pelo novo projeto.
O novo Banco Postal vai abrir entre outubro e dezembro deste ano. Neste momento, está a decorrer o processo de montagem para se obter a autorização do Banco de Portugal. Entrevista com André Gorjão Costa, administrador financeiro CTT
“Só estamos a instalar toda a plataforma de sistemas para que o banco possa abrir. O grande investimento vai ser com o sistema informático de suporte à operação bancária que é dos mais modernos que existem”, salientou André Gorjão Costa.
"Estrutura de custos mais eficiente"
Além do novo sistema informático, que vai funcionar em plataformas online, mobile e física, “a outra vantagem é que nós temos uma estrutura de custos incomparavelmente mais eficiente que os bancos normais porque a nossa rede de venda e retalho será a rede de estações dos CTT que já existe”, salientou o administrador financeiro da empresa. Entrevista com André Gorjão Costa, administrador financeiro CTT
O projeto do novo Banco Postal é visto com bons olhos por Vítor Narciso, do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT).
Sindicato quer reabertura de estações
“Defendemos que o Banco Postal deva funcionar no maior número possível de estações de correio para que a população possa ter mais uma alternativa a outros serviços nas estações de correio, potenciando o volume de negócios e de postos de trabalho”, disse Vítor Narciso ao online da RTP. Entrevista com Vítor Narciso, do SNTCT
O sindicalista defendeu ainda que esta é uma boa altura para voltar a reabrir parte das estações de correio que foram encerradas pelo país. “Um facto que depende apenas da vontade da administração”. Entrevista com Vítor Narciso, do SNTCT
Já o administrador financeiro dos CTT disse que no curto prazo tal não vai ser possível. “No longo prazo poderá haver necessidade de reforçar a nossa rede de lojas para os serviços bancários do banco postal”.
O plano de negócios e contas da empresa estima que as exigências de investimento por parte dos CTT sejam de 100 milhões de euros em cinco anos e que, a partir desse ano, se libertem recursos para a empresa.
O novo Banco Postal vai abrir entre outubro e dezembro deste ano. Neste momento, está a decorrer o processo de montagem para se obter a autorização do Banco de Portugal. Entrevista com André Gorjão Costa, administrador financeiro CTT
“Só estamos a instalar toda a plataforma de sistemas para que o banco possa abrir. O grande investimento vai ser com o sistema informático de suporte à operação bancária que é dos mais modernos que existem”, salientou André Gorjão Costa.
"Estrutura de custos mais eficiente"
Além do novo sistema informático, que vai funcionar em plataformas online, mobile e física, “a outra vantagem é que nós temos uma estrutura de custos incomparavelmente mais eficiente que os bancos normais porque a nossa rede de venda e retalho será a rede de estações dos CTT que já existe”, salientou o administrador financeiro da empresa. Entrevista com André Gorjão Costa, administrador financeiro CTT
O projeto do novo Banco Postal é visto com bons olhos por Vítor Narciso, do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT).
Sindicato quer reabertura de estações
“Defendemos que o Banco Postal deva funcionar no maior número possível de estações de correio para que a população possa ter mais uma alternativa a outros serviços nas estações de correio, potenciando o volume de negócios e de postos de trabalho”, disse Vítor Narciso ao online da RTP. Entrevista com Vítor Narciso, do SNTCT
O sindicalista defendeu ainda que esta é uma boa altura para voltar a reabrir parte das estações de correio que foram encerradas pelo país. “Um facto que depende apenas da vontade da administração”. Entrevista com Vítor Narciso, do SNTCT
Já o administrador financeiro dos CTT disse que no curto prazo tal não vai ser possível. “No longo prazo poderá haver necessidade de reforçar a nossa rede de lojas para os serviços bancários do banco postal”.
O plano de negócios e contas da empresa estima que as exigências de investimento por parte dos CTT sejam de 100 milhões de euros em cinco anos e que, a partir desse ano, se libertem recursos para a empresa.