Economia
BCE mantém taxas de juro inalteradas após agravamento de setembro
"Os preços dos produtos energéticos continuaram a subir, representando riscos em sentido ascendente para as perspetivas de inflação e em sentido descendente para as perspetivas de crescimento", sustenta em comunicado o Banco Central Europeu.
O Banco Central Europeu decidiu esta quinta-feira conservar as suas taxas diretoras em 2,50 por cento, na sequência do agravamento operado em setembro.A decisão do Conselho de Governadores vai ao encontro das expectativas dos mercados.
O Conselho do BCE, lê-se em comunicado no site da instituição, "decidiu hoje manter as três taxas de juro diretoras do BCE inalteradas".
As taxas de juro aplicáveis à facilidade permanente de depósito, às operações principais de refinanciamento e à facilidade permanente de cedência de liquidez continuam assim em 2,50, 2,65 e 2,90 por cento, respetivamente.
O Banco Central Europeu escreve que "os preços dos produtos energéticos continuaram a subir, representando riscos em sentido ascendente para as perspetivas de inflação e em sentido descendente para as perspetivas de crescimento".
"Embora os efeitos do choque energético ainda não se tenham feito sentir por completo, a inflação subjacente permaneceu globalmente estável até à data e não se verifica uma resposta significativa dos salários nesta fase", prossegue.
"É provável que a maior magnitude e duração do choque energético, assim como as implicações em termos de efeitos indiretos e de segunda ordem, conduzam a um aumento da inflação e a uma diminuição do crescimento", completa o BCE."O Conselho do BCE está empenhado em definir a política monetária de modo a assegurar que a inflação estabiliza no objetivo de dois por cento a médio prazo".
No mesmo comunicado, sublinha-se que "as condições de financiamento tornaram-se mais restritivas desde a anterior reunião do Conselho do BCE, o que provavelmente pesará sobre a inflação e o crescimento".
Horas antes de ser conhecida a decisão sobre as taxas diretoras, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, anunciou a intenção de cessar funções a 7 de fevereiro do próximo ano.
c/ Lusa
O Conselho do BCE, lê-se em comunicado no site da instituição, "decidiu hoje manter as três taxas de juro diretoras do BCE inalteradas".
As taxas de juro aplicáveis à facilidade permanente de depósito, às operações principais de refinanciamento e à facilidade permanente de cedência de liquidez continuam assim em 2,50, 2,65 e 2,90 por cento, respetivamente.
O Banco Central Europeu escreve que "os preços dos produtos energéticos continuaram a subir, representando riscos em sentido ascendente para as perspetivas de inflação e em sentido descendente para as perspetivas de crescimento".
"Embora os efeitos do choque energético ainda não se tenham feito sentir por completo, a inflação subjacente permaneceu globalmente estável até à data e não se verifica uma resposta significativa dos salários nesta fase", prossegue.
"É provável que a maior magnitude e duração do choque energético, assim como as implicações em termos de efeitos indiretos e de segunda ordem, conduzam a um aumento da inflação e a uma diminuição do crescimento", completa o BCE."O Conselho do BCE está empenhado em definir a política monetária de modo a assegurar que a inflação estabiliza no objetivo de dois por cento a médio prazo".
No mesmo comunicado, sublinha-se que "as condições de financiamento tornaram-se mais restritivas desde a anterior reunião do Conselho do BCE, o que provavelmente pesará sobre a inflação e o crescimento".
Horas antes de ser conhecida a decisão sobre as taxas diretoras, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, anunciou a intenção de cessar funções a 7 de fevereiro do próximo ano.
c/ Lusa