Economia
BPI apresenta prejuízo de 204 ME em 2011
O Banco BPI divulgou hoje as contas do ano passado, registando um resultado líquido negativo de 204 milhões de euros, valor que compara com o lucro de 184,8 milhões de euros alcançado em 2010.
O banco atribui este prejuízo, "sobretudo, devido ao impacto de imparidades resultantes da exposição à dívida grega (339 milhões de euros negativos) e da transferência do fundo de pensões para a Segurança Social (71 milhões de euros negativos)".
Os resultados do banco liderado por Fernando Ulrich foram piores do que estimavam os analistas consultados pela agência Lusa, que apontavam para um prejuízo ligeiramente acima de 80 milhões de euros.
Já o lucro líquido da atividade corrente ascendeu a 115,9 milhões de euros.
Refira-se que também as dotações para reformas antecipadas, no valor de 28 milhões de euros, penalizaram os resultados do banco em 2011.
O banco pagou 15 milhões de euros pela contribuição extraordinária sobre o setor bancário em Portugal.
E teve encargos especiais de dois milhões de euros devido à remuneração dos avaliadores do Programa Especial de Inspecções sobre a carteira de crédito (SIP) e de cinco milhões de euros relativos à ativação do Sistema de Indemnização de Investidores (SII) por causa dos clientes do Banco Privado Português (BPP).
"Os impactos negativos foram parcialmente compensados por ganhos realizados com a recompra de emissões de dívida própria (81 milhões de euros) e com a contribuição em espécie de 11 por cento da Viacer (60 milhões de euros) para o fundo de pensões", explicou o banco.
É de realçar que, no final de dezembro último, o rácio de transformação de depósitos em crédito do BPI é de 109 por cento, ou seja, a entidade já cumpre o rácio máximo de 120 por cento exigível em 2014.
No que toca ao recurso ao Banco Central Europeu (BCE), o BPI revelou o montante de 1,8 mil milhões de euros, inferior ao limite máximo exigível aos bancos portugueses no final de 2014.
A margem financeira do BPI caiu 13,2 por cento, em termos homólogos, para 576,8 milhões de euros, ao passo que o produto bancário baixou 7,3 por cento (em termos recorrentes) para um total reportado de 1020,10 milhões de euros.
Houve uma diminuição de 4,4 por cento dos custos, que se situaram nos 685,7 milhões de euros, enquanto o resultado operacional baixou 12 por cento para 334,4 milhões de euros.
Os resultados do banco liderado por Fernando Ulrich foram piores do que estimavam os analistas consultados pela agência Lusa, que apontavam para um prejuízo ligeiramente acima de 80 milhões de euros.
Já o lucro líquido da atividade corrente ascendeu a 115,9 milhões de euros.
Refira-se que também as dotações para reformas antecipadas, no valor de 28 milhões de euros, penalizaram os resultados do banco em 2011.
O banco pagou 15 milhões de euros pela contribuição extraordinária sobre o setor bancário em Portugal.
E teve encargos especiais de dois milhões de euros devido à remuneração dos avaliadores do Programa Especial de Inspecções sobre a carteira de crédito (SIP) e de cinco milhões de euros relativos à ativação do Sistema de Indemnização de Investidores (SII) por causa dos clientes do Banco Privado Português (BPP).
"Os impactos negativos foram parcialmente compensados por ganhos realizados com a recompra de emissões de dívida própria (81 milhões de euros) e com a contribuição em espécie de 11 por cento da Viacer (60 milhões de euros) para o fundo de pensões", explicou o banco.
É de realçar que, no final de dezembro último, o rácio de transformação de depósitos em crédito do BPI é de 109 por cento, ou seja, a entidade já cumpre o rácio máximo de 120 por cento exigível em 2014.
No que toca ao recurso ao Banco Central Europeu (BCE), o BPI revelou o montante de 1,8 mil milhões de euros, inferior ao limite máximo exigível aos bancos portugueses no final de 2014.
A margem financeira do BPI caiu 13,2 por cento, em termos homólogos, para 576,8 milhões de euros, ao passo que o produto bancário baixou 7,3 por cento (em termos recorrentes) para um total reportado de 1020,10 milhões de euros.
Houve uma diminuição de 4,4 por cento dos custos, que se situaram nos 685,7 milhões de euros, enquanto o resultado operacional baixou 12 por cento para 334,4 milhões de euros.