Economia
BRICS querem mudanças na ordem atual do mundo
Dizem ser uma organização inclusiva e de paz. Algumas das conclusões que saíram da conferência "BRICS + Num Mundo Multipolar: Poder Cooperação e Conflito" que foi organizado pelo Observatório Islâmico e que decorreu na Mesquita de Lisboa.
O encontro contou com a presença dos embaixadores da Índia, do Irão e do Kosovo, para além de diversos diplomatas, incluindo da Rússia e Arábia Saudita.
Para o embaixador da Índia, país que neste momento lidera o grupo dos BRICS, esta organização acredita sobretudo no multilateralismo.
O embaixador Puneet Roy Kundal diz que os BRICS são uma plataforma aberta e que começou com quatro membros: Brasil, Rússia, Índia e China, mas que agora são 11. África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Arábes Unidos, Irão e Indonésia foram os países que se juntaram recentemente.
Foi assinada, uma declaração conjunta defendendo a reforma da ordem económica mundial. O embaixador do Irão acredita que é preciso surgir um novo Fórum para que todos se entendam melhor, afirmou Majid Tafreshi.
Para o Observatório do Mundo Islâmico, organizador do evento, que decorreu na semana passada, não se pode ignorar os BRICS, porque representam 49,5 por cento da população mundial. Embora ainda estejam numa fase inicial, diz João Henriques, presidente-executivo do Observatório do Mundo Islamico.
Para João Henriques, os Brics estão numa fase embrionária e não são uma oposição ao bloco ocidental. Trata-se de uma organização inclusiva que apela à paz e ao consenso. Apesar de existirem diferenças e de não existir um discurso, a uma só voz.
Para o embaixador da Índia, país que neste momento lidera o grupo dos BRICS, esta organização acredita sobretudo no multilateralismo.
O embaixador Puneet Roy Kundal diz que os BRICS são uma plataforma aberta e que começou com quatro membros: Brasil, Rússia, Índia e China, mas que agora são 11. África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Arábes Unidos, Irão e Indonésia foram os países que se juntaram recentemente.
Foi assinada, uma declaração conjunta defendendo a reforma da ordem económica mundial. O embaixador do Irão acredita que é preciso surgir um novo Fórum para que todos se entendam melhor, afirmou Majid Tafreshi.
Para o Observatório do Mundo Islâmico, organizador do evento, que decorreu na semana passada, não se pode ignorar os BRICS, porque representam 49,5 por cento da população mundial. Embora ainda estejam numa fase inicial, diz João Henriques, presidente-executivo do Observatório do Mundo Islamico.
Para João Henriques, os Brics estão numa fase embrionária e não são uma oposição ao bloco ocidental. Trata-se de uma organização inclusiva que apela à paz e ao consenso. Apesar de existirem diferenças e de não existir um discurso, a uma só voz.