Economia
CGTP exige ao presidente da República que rejeite pacote laboral se não houver acordo
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) continua a exigir a retirada do pacote laboral e pediu ao presidente da República que cumpra a sua promessa.
A CGTP vai exigir ao presidente da República que cumpra com a promessa feita durante a campanha eleitoral e rejeite o pacote laboral caso não haja acordo sobre o mesmo. Em declarações aos jornalistas em Cacia, o secretário-geral da confederação sindical acusou ainda o Governo de uma atitude “antidemocrática e inconstitucional”.
“O presidente da República vai ter de fazer aquilo que disse na campanha eleitoral: que este pacote laboral, se não houvesse acordo, era para rejeitar. Que não aceitava, que não promulgava. E é isto que a CGTP vai exigir do presidente da República”, frisou Tiago Oliveira.
O responsável adiantou ainda que a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses já pediu por duas vezes uma reunião com o presidente da República por considerar inconstitucional o afastamento da CGTP das negociações.
“Ficou demonstrado ao longo deste processo” que “a CGTP tem sido colocada à margem desta discussão”, declarou.
“Estamos perante um Governo que está a ter uma atitude completamente antidemocrática e inconstitucional ao afastar a CGTP de todo este processo”.
Tiago Oliveira afirmou ainda que o Executivo “quer dar seguimento a uma proposta sua, aliada e construída com os patrões, e obviamente que para fazer isto teve de retirar a CGTP do processo”.
A CGTP está esta quinta-feira a realizar um plenário em Aveiro numa empresa com cerca de 1.500 trabalhadores que “são um exemplo daquilo que foi a rejeição deste pacote laboral”, já que aderiram “de forma esmagadora” à greve geral de dezembro do ano passado, disse o secretário-geral.
“O que o Governo tem de fazer é ouvir a maioria, e a maioria são estes homens e estas mulheres que todos os dias trabalham e põem o país a andar para a frente”, acrescentou.
“O presidente da República vai ter de fazer aquilo que disse na campanha eleitoral: que este pacote laboral, se não houvesse acordo, era para rejeitar. Que não aceitava, que não promulgava. E é isto que a CGTP vai exigir do presidente da República”, frisou Tiago Oliveira.
O responsável adiantou ainda que a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses já pediu por duas vezes uma reunião com o presidente da República por considerar inconstitucional o afastamento da CGTP das negociações.
“Ficou demonstrado ao longo deste processo” que “a CGTP tem sido colocada à margem desta discussão”, declarou.
“Estamos perante um Governo que está a ter uma atitude completamente antidemocrática e inconstitucional ao afastar a CGTP de todo este processo”.
Tiago Oliveira afirmou ainda que o Executivo “quer dar seguimento a uma proposta sua, aliada e construída com os patrões, e obviamente que para fazer isto teve de retirar a CGTP do processo”.
A CGTP está esta quinta-feira a realizar um plenário em Aveiro numa empresa com cerca de 1.500 trabalhadores que “são um exemplo daquilo que foi a rejeição deste pacote laboral”, já que aderiram “de forma esmagadora” à greve geral de dezembro do ano passado, disse o secretário-geral.
“O que o Governo tem de fazer é ouvir a maioria, e a maioria são estes homens e estas mulheres que todos os dias trabalham e põem o país a andar para a frente”, acrescentou.