Economia
Chineses estão na frente da corrida à EDP
A fase de privatização da parte pertencente ao Estado na EDP está a entrar na fase decisiva e dos quatro candidatos sabe-se que a empresa China Three Gorges Corporation é a que está mais perto da compra, isto se apenas fosse tomado em consideração o aspeto financeiro. Sabe-se que a oferta da empresa chinesa é cerca de 160 milhões de euros acima do que oferece a alemã E.On e serão estas as duas empresas que estão na frente da corrida à privatização. De fora parecem estar as brasileiras Eletrobras e Cemig.
A empresa chinesa China Three Gorges Corporation acredita no projeto que apresentou para a compra dos 21,35 por cento do capital da EDP ainda na posse do Estado português e o líder do grupo já afirmou estar “muito confiante" no sucesso da sua proposta e na "isenção" e "transparência" do Governo português.
"Confiamos no Governo português e acreditamos que a avaliação será isenta e transparente. Penso que oferecemos o melhor preço, temos um plano industrial muito bom e também um programa de refinanciamento para o futuro desenvolvimento da EDP. Já que ajudaremos a EDP a encontrar novas fontes de financiamentos", disse à agência Lusa em Pequim o presidente da China Three Gorges Corporation, Cao Guangjing.
O empresário revelou ainda que a sua empresa conta com "forte apoio" do governo chinês", mas deixou claro que a avaliação das propostas deve ser "puramente comercial e não influenciada por atitudes políticas".
A imprensa em Portugal já divulgou que, entre os quatros candidatos à compra dos 21,35 por cento do capital da EDP ainda na posse do Estado português, a empresa estatal chinesa foi a que ofereceu o preço mais alto (cerca de 2,7 mil milhões de euros), à frente da alemã E.ON e das duas empresas brasileiras Eletrobras e Ceming.
O anúncio oficial da proposta vencedora deverá acontecer no próximo dia 22.
Nada contra investimento chinês
Conhecida a posição privilegiada da empresa chinesa na corrida à privatização da EDP, também o primeiro ministro português se referiu no dia de ontem à hipótese dos chineses serem os vencedores do concurso para dizer que não o repugna qualquer tipo de investimento que venha da China.
“Não me repugna coisa nenhuma no que respeita à venda de ativos”, disse Pedro Passos Coelho em entrevista ´à SIC Notícias onde lembrou ainda que na Europa o Reino Unido foi o primeiro a abrir as portas ao mercado asiático ao aceitar investimentos coreanos e japoneses.
"Confiamos no Governo português e acreditamos que a avaliação será isenta e transparente. Penso que oferecemos o melhor preço, temos um plano industrial muito bom e também um programa de refinanciamento para o futuro desenvolvimento da EDP. Já que ajudaremos a EDP a encontrar novas fontes de financiamentos", disse à agência Lusa em Pequim o presidente da China Three Gorges Corporation, Cao Guangjing.
O empresário revelou ainda que a sua empresa conta com "forte apoio" do governo chinês", mas deixou claro que a avaliação das propostas deve ser "puramente comercial e não influenciada por atitudes políticas".
A imprensa em Portugal já divulgou que, entre os quatros candidatos à compra dos 21,35 por cento do capital da EDP ainda na posse do Estado português, a empresa estatal chinesa foi a que ofereceu o preço mais alto (cerca de 2,7 mil milhões de euros), à frente da alemã E.ON e das duas empresas brasileiras Eletrobras e Ceming.
O anúncio oficial da proposta vencedora deverá acontecer no próximo dia 22.
Nada contra investimento chinês
Conhecida a posição privilegiada da empresa chinesa na corrida à privatização da EDP, também o primeiro ministro português se referiu no dia de ontem à hipótese dos chineses serem os vencedores do concurso para dizer que não o repugna qualquer tipo de investimento que venha da China.
“Não me repugna coisa nenhuma no que respeita à venda de ativos”, disse Pedro Passos Coelho em entrevista ´à SIC Notícias onde lembrou ainda que na Europa o Reino Unido foi o primeiro a abrir as portas ao mercado asiático ao aceitar investimentos coreanos e japoneses.