Economia
Circulação de comboios afetada por greve de revisores
A greve dos trabalhadores comerciais da CP - revisores, vendedores de bilhetes e assistentes comerciais -, levou à supressão de 78 por cento dos comboios previstos até às 6h, confirmou a porta-voz da empresa. O sindicato refere que a adesão é de 80 por cento. A paralisação está a ter maior impacto no Norte e Centro e poderá ter mais impacto do que a paralisação de ontem, uma vez que não estão garantidos serviços mínimos.
"Estamos a falar de supressões ao nível de comboios alfa, regional, comboios urbanos de Lisboa, Porto e Coimbra", referiu Ana Portela, classificando a greve de "cenário alargado de supressões".
Para Lisboa, "dos 36 comboios previstos foram realizados 13", e na linha de Sintra a circulação decorre com atrasos mas com regularidade. No Porto, "dos 11 comboios previstos não se realizou nenhum" e em Coimbra "de dois previstos não se realizou nenhuma", acrescentou a porta-voz da CP.
O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante também confirma que em Lisboa "os comboios rápidos da linha de Cascais estão a efetuar-se" e na Linha de Sintra já tinham sido cumpridos oito comboios cerca das 8h. Na linha do Porto, em 43 comboios previstos só quatro é que se efetuaram", acrescentou António Lemos.
De acordo com a lei, a circulação de um comboio não pode ser assegurada apenas pelo maquinista, sendo necessário o revisor.
A porta-voz da CP explica "que não é possível fazer previsões dado que só quando os trabalhadores se apresentam ou não ao serviço é que nós podemos perceber que número de comboios é que vamos poder fazer".
A paralisação teve já impacto a partir das 22h de ontem, com o cancelamento dos comboios Intercidades para Algarve, Guarda e Covilhã, dos suburbanos de Lisboa e Porto e do internacional Sud-Expresso.
É o segundo dia consecutivo, esta semana, em que há greve na CP. Ontem, os maquinistas estiveram em greve as 5h e as 9h.
Trabalhadores contestam cortes, revisão de regras laborais e fecho de linhas
O representante do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante explicou à Antena1 os motivos dos trabalhadores comerciais da CP.
Segundo Luís Bravo, a CP tem vindo a “reduzir postos de trabalho um pouco por todo o país, suprimindo comboios e encerrando linhas”, bem como cortes nos salários, a trabalhadores que recebem em média 800 euros. Os trabalhadores temem a privatização das linhas de Lisboa e Porto.
“A CP também está a não cumprir com um acordo coletivo de trabalho que assinou livremente com os trabalhadores no que toca às normas de trabalho. Esta é uma das principais razões que estamos a reivindicar”, disse Luís Bravo.
Para Lisboa, "dos 36 comboios previstos foram realizados 13", e na linha de Sintra a circulação decorre com atrasos mas com regularidade. No Porto, "dos 11 comboios previstos não se realizou nenhum" e em Coimbra "de dois previstos não se realizou nenhuma", acrescentou a porta-voz da CP.
O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante também confirma que em Lisboa "os comboios rápidos da linha de Cascais estão a efetuar-se" e na Linha de Sintra já tinham sido cumpridos oito comboios cerca das 8h. Na linha do Porto, em 43 comboios previstos só quatro é que se efetuaram", acrescentou António Lemos.
De acordo com a lei, a circulação de um comboio não pode ser assegurada apenas pelo maquinista, sendo necessário o revisor.
A porta-voz da CP explica "que não é possível fazer previsões dado que só quando os trabalhadores se apresentam ou não ao serviço é que nós podemos perceber que número de comboios é que vamos poder fazer".
A paralisação teve já impacto a partir das 22h de ontem, com o cancelamento dos comboios Intercidades para Algarve, Guarda e Covilhã, dos suburbanos de Lisboa e Porto e do internacional Sud-Expresso.
É o segundo dia consecutivo, esta semana, em que há greve na CP. Ontem, os maquinistas estiveram em greve as 5h e as 9h.
Trabalhadores contestam cortes, revisão de regras laborais e fecho de linhas
O representante do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante explicou à Antena1 os motivos dos trabalhadores comerciais da CP.
Segundo Luís Bravo, a CP tem vindo a “reduzir postos de trabalho um pouco por todo o país, suprimindo comboios e encerrando linhas”, bem como cortes nos salários, a trabalhadores que recebem em média 800 euros. Os trabalhadores temem a privatização das linhas de Lisboa e Porto.
“A CP também está a não cumprir com um acordo coletivo de trabalho que assinou livremente com os trabalhadores no que toca às normas de trabalho. Esta é uma das principais razões que estamos a reivindicar”, disse Luís Bravo.