Economia
Começa o prazo para a entrega do IRS
Os contribuintes podem entregar a partir desta segunda-feira a declaração sobre os rendimentos que auferiram em 2018 e, pela primeira vez, têm três meses para cumprir esta obrigação. O prazo prolonga-se até 30 de junho.
Tal como sucedeu no ano passado, a entrega da declaração anual do IRS apenas poderá ser feita pela Internet e o prazo de três meses aplica-se a todas as tipologias de rendimentos independente de se tratar de rendimentos de trabalho, de pensões, de capitais ou prediais (rendas).
Este ano, o IRS automático vai abranger os planos de Poupança Reforma (PPR), o que permitirá alargar este automatismo a mais de 3,2 milhões de contribuintes, ou seja, cerca de 63 por cento do total dos que entregam declaração anual deste imposto.
Independentemente de se estar abrangido pelo IRS automático, ou de se ter de entregar a declaração nos moldes habituais (submissão da Modelo 3 pela Internet), é necessário que os contribuintes casados e unidos de facto informem a Autoridade Tributária e Aduaneira se querem ser tributados em separado ou se optam pela tributação em conjunto, já que esta segunda opção é válida apenas para o ano em questão.
Quem está abrangido pelo IRS automático tem a possibilidade de recusar esta declaração e de optar por preencher e submeter o Modelo 3, caso verifique algum erro ou desconformidade, designadamente em relação aos valores dos rendimentos obtidos, das retenções na fonte ou no apuramento das deduções.
No ano passado, o prazo médio do reembolso dos contribuintes que validaram a declaração automática de IRS foi de 11 dias e para este ano a expectativa do secretário de Estados dos Assuntos Fiscais é manter o mesmo padrão. Já na entrega do Modelo 3 aquele prazo médio deverá rondar os 16 dias, em linha com o que foi observado em 2016.
"Acho que as pessoas se têm habituado a que a entrega do IRS é rápida, simples e segura", começou por afirmar o governante.
"Este ano alargámos num mês o prazo de entrega para todas as situações. Há situações que são mais complexas e que justificam que os contribuintes tenham mais tempo e há outras que são mais simples e, com o IRS automático, agora, mais de três milhões de pessoas, contribuintes, podem apresentar seja por uma app, seja pelo portal das Finanças, com rapidez", acrescentou.
A mudança de dois para três meses para a entrega do IRS veio acompanhada de outra alteração. Até aqui, sempre que o final do prazo (que era a 31 de maio) coincidia com um fim de semana ou com um feriado, este era prolongado para o dia útil seguinte. Agora a lei determina que o limite é em 30 de junho independentemente deste ser, ou não, um dia útil.
Este ano, o IRS automático vai abranger os planos de Poupança Reforma (PPR), o que permitirá alargar este automatismo a mais de 3,2 milhões de contribuintes, ou seja, cerca de 63 por cento do total dos que entregam declaração anual deste imposto.
Independentemente de se estar abrangido pelo IRS automático, ou de se ter de entregar a declaração nos moldes habituais (submissão da Modelo 3 pela Internet), é necessário que os contribuintes casados e unidos de facto informem a Autoridade Tributária e Aduaneira se querem ser tributados em separado ou se optam pela tributação em conjunto, já que esta segunda opção é válida apenas para o ano em questão.
Quem está abrangido pelo IRS automático tem a possibilidade de recusar esta declaração e de optar por preencher e submeter o Modelo 3, caso verifique algum erro ou desconformidade, designadamente em relação aos valores dos rendimentos obtidos, das retenções na fonte ou no apuramento das deduções.
No ano passado, o prazo médio do reembolso dos contribuintes que validaram a declaração automática de IRS foi de 11 dias e para este ano a expectativa do secretário de Estados dos Assuntos Fiscais é manter o mesmo padrão. Já na entrega do Modelo 3 aquele prazo médio deverá rondar os 16 dias, em linha com o que foi observado em 2016.
Entrevistado esta manhã na RTP3, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, detalhou as novidades do sistema.
"Acho que as pessoas se têm habituado a que a entrega do IRS é rápida, simples e segura", começou por afirmar o governante.
"Este ano alargámos num mês o prazo de entrega para todas as situações. Há situações que são mais complexas e que justificam que os contribuintes tenham mais tempo e há outras que são mais simples e, com o IRS automático, agora, mais de três milhões de pessoas, contribuintes, podem apresentar seja por uma app, seja pelo portal das Finanças, com rapidez", acrescentou.