Conferência do grupo Bilderberg vai analisar nova administração norte-americana

Lisboa, 01 jun (Lusa) -- O encontro anual do grupo Bilderberg vai discutir a nova Administração norte-americana, as relações transatlânticas, a proliferação do populismo e o papel da Rússia a nível internacional, refere um comunicado da organização do encontro que começa hoje nos Estados Unidos.

Lusa /

A reunião vai decorrer em Chantilly, Vancouver, nos Estados Unidos, até domingo, e além de discutir a presidência de Donald Trump, as relações entre os dois lados do Atlântico, a Rússia e o incremento do populismo vai também analisar o "rumo" da União Europeia, a China, o Próximo Oriente e a proliferação nuclear.

Os outros temas em análise prendem-se com a situação do emprego, a "guerra contra a informação" e levanta ainda a questão sobre a possibilidade de "abrandamento" da globalização.

Os 13 pontos em debate não incluem explicitamente os conflitos na Síria, Iraque e Afeganistão ou de forma direta as questões relacionadas com o "terrorismo".

As conferências Bilderberg começaram em 1954 e reúnem líderes políticos, especialistas das áreas da indústria, finanças, academia e comunicação social, entre outros, sobretudo oriundos dos Estados Unidos e do continente europeu.

Segundo a última edição do semanário Expresso, o presidente executivo da EDP, António Mexia e o ex-ministro adjunto de Durão Barroso e membro do conselho consultivo do Goldman Sachs, José Luís Arnaut, vão participar no encontro.

Segundo o jornal, os convites a Mexia e Arnaut foram endereçados por Durão Barroso, presidente não executivo do Goldman Sachs e membro permanente do comité de diretores da organização do grupo Bilderberg.

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