Economia
Corte afeta Europa. Nike prepara despedimento de 1.400 trabalhadores
A maioria dos cortes vai incidir na área de tecnologia nas regiões da América do Norte, Ásia e Europa.
A empresa norte-americana de artigos desportivos Nike anunciou que vai despedir 1.400 trabalhadores, quase 2% da sua força de trabalho a nível global, sobretudo na área de tecnologia, com as mudanças que está a fazer nas operações globais. Estas saídas acrescentam ao corte de 775 postos de trabalho operado em janeiro passado nos centros de distribuição devido à automatização das operações.
O vice-presidente executivo e diretor de operações da empresa, Venkatesh Alagirisamy, indicou numa nota interna enviada aos funcionários que os cortes fazem parte de uma estratégia global de reestruturação marca desportiva que chamou de "Win Now".
"Estas mudanças resultarão na redução de aproximadamente 1.400 postos de trabalho, principalmente na área de Tecnologia", explicou Alagirisamy, acrescentando que estas alterações "visam tornar a empresa menos complexa e mais ágil", o que implica simplificar alguns aspetos da operação da Nike, utilizar automatização mais avançada e construir uma base ainda mais sólida para o crescimento no futuro.
A Nike emprega cerca de 78.000 pessoas. O corte de 1.400 trabalhadores faz parte de uma estratégia global para a marca chamada de "Win Now".Segundo a CNBC, que teve acesso nota interna, a restruturação visa, entre outros objetivos, reformar o departamento de tecnologia, modernizar a produção da linha de ténis Nike Air e transferir algumas operações da marca de calçado Converse.
A maioria dos cortes vai incidir na área de tecnologia nas regiões da América do Norte, Ásia e Europa.
No terceiro trimestre fiscal (entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026), a Nike registou um lucro líquido de 520 milhões de dólares (445 milhões de euros), o que representa uma perda de 35% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já as vendas mantiveram-se estáveis nos 11.279 milhões de dólares (9.643 milhões de euros).
Para o último trimestre do ano fiscal, aquela que em 2016 foi considerada a marca de roupas mais valiosa do mundo prevê uma queda na receita entre 2% e 4%, com crescimento moderado na América do Norte.
O vice-presidente executivo e diretor de operações da empresa, Venkatesh Alagirisamy, indicou numa nota interna enviada aos funcionários que os cortes fazem parte de uma estratégia global de reestruturação marca desportiva que chamou de "Win Now".
"Estas mudanças resultarão na redução de aproximadamente 1.400 postos de trabalho, principalmente na área de Tecnologia", explicou Alagirisamy, acrescentando que estas alterações "visam tornar a empresa menos complexa e mais ágil", o que implica simplificar alguns aspetos da operação da Nike, utilizar automatização mais avançada e construir uma base ainda mais sólida para o crescimento no futuro.
A Nike emprega cerca de 78.000 pessoas. O corte de 1.400 trabalhadores faz parte de uma estratégia global para a marca chamada de "Win Now".Segundo a CNBC, que teve acesso nota interna, a restruturação visa, entre outros objetivos, reformar o departamento de tecnologia, modernizar a produção da linha de ténis Nike Air e transferir algumas operações da marca de calçado Converse.
A maioria dos cortes vai incidir na área de tecnologia nas regiões da América do Norte, Ásia e Europa.
No terceiro trimestre fiscal (entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026), a Nike registou um lucro líquido de 520 milhões de dólares (445 milhões de euros), o que representa uma perda de 35% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já as vendas mantiveram-se estáveis nos 11.279 milhões de dólares (9.643 milhões de euros).
Para o último trimestre do ano fiscal, aquela que em 2016 foi considerada a marca de roupas mais valiosa do mundo prevê uma queda na receita entre 2% e 4%, com crescimento moderado na América do Norte.
c/ Lusa