CSN alarga à Camargo Corrêa guerra na justiça brasileira

Lisboa, 11 fev (Lusa) - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer impedir na justiça os efeitos no Brasil da entrada da Camargo Corrêa na Cimpor, à semelhança do que já fez no negócio entre a Votorantim e a Lafarge.

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A CSN alargou assim à Camargo Corrêa a medida cautelar que já tinha apresentado ao Conselho Administrativo de Defesa Económica (CADE) brasileiro para contestar os efeitos no Brasil da entrada da Votorantim na Cimpor, disse hoje à Lusa fonte oficial da CSN

"A CSN ampliou a sua solicitação na ação cautelar para também alcançar a aquisição de participação pela Camargo Corrêa na Cimpor", disse a fonte oficial do grupo brasileiro, que lançou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Cimpor.

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